Ministério do Esporte Presidente do CPB se encontra em Brasília com secretário especial do Esporte
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Presidente do CPB se encontra em Brasília com secretário especial do Esporte

O secretário especial do Esporte do Ministério da Cidadania, Marco Aurélio Vieira, recebeu, na tarde desta segunda-feira (04.02), o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Mizael Conrado.

O dirigente, depois de uma carreira muito bem sucedida no futebol de 5 (para cegos), assumiu o CBP no final de março de 2017 como o primeiro medalhista paralímpico a ocupar a presidência da entidade. Além das medalhas de ouro nos Jogos de Atenas, em 2004, e de Pequim, em 2008, Mizael foi considerado o melhor jogador de futebol de 5 do mundo em 1998.

O presidente do CPB, Mizael Conrado, e o secretário Marco Aurélio Vieira. Foto: Francisco Medeiros/Ministério da CidadaniaO presidente do CPB, Mizael Conrado, e o secretário Marco Aurélio Vieira. Foto: Francisco Medeiros/Ministério da Cidadania

“O presidente Mizael é talvez um dos maiores conhecedores da área paralímpica, não só porque ele foi atleta, mas principalmente porque em todas as atividades que eu participei na organização dos Jogos Paralímpicos de 2016 o Mizael estava presente”, lembrou Marco Aurélio Vieira. “Estivemos juntos nos Jogos de Londres, em 2012, assisti ao trabalho dele nos Jogos de Inverno, em Sochi, em 2014, então ele não só é altamente capacitado como atleta que foi, mas também o é como dirigente”, continuou o secretário.

Segundo Marco Aurélio Vieira, a conversa foi bastante produtiva, principalmente no que diz respeito a projetos envolvendo esportes para pessoas com deficiências que não fazem parte do programa paralímpico.

“Ele veio fazer uma visita, mas já apresentou alguns projetos na área do paradesporto. O Mizael entendeu a nossa intenção de estender o esporte paralímpico para outras áreas não atendidas no momento, como os surdos, os portadores de síndrome de down e os deficientes intelectuais. Ele vai me remeter, em um breve espaço de tempo, um planejamento para os treinamentos e para o aperfeiçoamento desses esportes. Ele também mostrou que o CPB tem planos audaciosos para o Parapan e para as Paralimpíadas do ano que vem”, afirmou.

“Falamos de questões importantes relativas ao desenvolvimento do esporte no Brasil, especialmente do esporte paralímpico”, frisou Mizael Conrado. “Falamos também de esportes para pessoas com deficiência que não fazem parte do programa paralímpico e o secretário demonstrou grande preocupação com essas modalidades. Ele também está atento à importância do alto rendimento e reforçou o aspecto social que o esporte traz. Conversamos sobre a sinergia que existe entre as três secretarias aqui do Ministério da Cidadania (desenvolvimento social, esporte e cultura), especialmente a que existe entre o esporte e o desenvolvimento social e sobre o quanto podemos caminhar juntos nesse sentido”, prosseguiu o dirigente.

Agenda repleta de eventos

Segundo o presidente do CPB, a temporada de 2019 será intensa no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, maior legado do país dos Jogos Paralímpicos Rio 2016.

“Cada ano é mais desafiador. Ano passado foram mais de 260 eventos e neste ano serão mais de 290, praticamente 300 eventos de todas as naturezas: estaduais, regionais, nacionais e internacionais. É um grande desafio, mas também traz grandes oportunidades. São oportunidades para o surgimento de novos atletas e um calendário assim é muito importante para que nossos atletas estejam em competições de alto nível o tempo todo”.

Outro ponto importante destacado por Mizael refere-se à renovação das seleções brasileiras para as edições dos Jogos Paralímpicos de 2024 e 2028. “Vivemos um período de entressafra, já que a partir de 2 de outubro de 2009 (quando o Brasil ganhou, em Copenhague, na Dinamarca, a eleição do Comitê Olímpico Internacional que deu ao Rio de Janeiro o direito de sediar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016), o país começou a trabalhar para formar um grande time em 2016 e com isso não conseguiu dar uma maior atenção à base para que a gente tivesse uma sucessão natural dos grandes atletas”, recordou.

“Isso não vai acontecer para os próximos ciclos. Agora temos a escolinha de formação no nosso Centro de Treinamento Paralímpico, com mais de 500 atletas matriculados. Já realizamos festival em 48 cidades, com mais de sete mil crianças com deficiência participando. Teremos um programa de desenvolvimento sustentável para os próximos ciclos. Estamos passando por essa entressafra, mas, apesar disso, tenho certeza de que faremos uma grande participação nos Mundiais, no Parapan e nos Jogos de Tóquio, em 2020”, finalizou o dirigente.

Luiz Roberto Magalhães
Ascom - Ministério da Cidadania
 

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