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Futsal brasileiro vence no masculino e no feminino nos Jogos Escolares Sul-Americanos de Arequipa

O futsal brasileiro conseguiu duas importantes vitórias na disputa pelo título nas categorias masculina e feminina nos Jogos Escolares Sul-Americanos 2018, realizados na cidade de Arequipa, no Peru. A equipe feminina venceu o Uruguai por 4 x 1 e o time masculino derrotou o Peru por 7 x 1.

No masculino, o Brasil, representado pela equipe do Colégio Recriarte, de Camboriú (SC), atual bicampeã brasileira e tetracampeã dos Jogos Escolares de Santa Catarina, não encontrou dificuldade para golear o time peruano. Os brasileiros superaram os efeitos da altitude de Arequipa, localizada quase a 2.500 metros acima do nível do mar, e deixaram a quadra animados para os próximos desafios.

Foto: Ministério do EsporteFoto: Ministério do Esporte

Logo no início da partida ficou claro que os peruanos não seriam páreo para os brasileiros e antes dos cinco minutos de confronto o Brasil já vencia por 2 x 0. Apesar da altitude, que forçou o técnico Gilvan Meireles a realizar um constante rodízio de seus jogadores, o time verde e amarelo soube se comportar muito bem e, na maioria das vezes, trocou muitos passes, o que forçava os peruanos a se desgastar correndo mais na tentativa de tentar conseguir o domínio do jogo.

Para o técnico Gilvan Meireles, o grupo ainda está numa fase de adaptação e deve crescer para o próximo jogo, contra o Paraguai, nesta terça-feira (4.12). “A equipe se comportou bem, mas numa falha individual acabamos tomando um gol. Isso acontece, coisa que a gente corrige na base da conversa para a próxima partida. Até porque no primeiro jogo a ansiedade toma conta dos atletas e faz com que eles fiquem limitados. Acredito que no próximo jogo eles vão estar mais soltos e gente vai fazer uma partida melhor”, opinou.

“A partida foi difícil por conta altitude, mas, mesmo assim, a gente conseguiu surpreender o adversário. Quanto à falha técnica do gol, nós vamos conversar com todo mundo para não errar no próximo jogo”, reforçou o fixo (jogador responsável pelas principais ações defensivas) Gustavo de Paula Mendes.

Para o goleiro Emanuel Elídio Pereira, a falta de hábito de jogar na altitude dificulta o desempenho. “Mesmo para mim, que não me movimento bastante, dá para sentir um pouco a falta de ar e a respiração fica mais difícil. Mas o resumo do jogo é que conseguimos jogar bem, superar a altitude e vencer a partida”.

Foto: Ministério do EsporteFoto: Ministério do Esporte

Vitória feminina

No feminino, a equipe de futsal do Brasil tem como base o time do Colégio Rogacionista de Criciúma (SC), com duas atletas convidadas que pertencem ao time de futsal do Colégio Presbiteriano, de São Paulo.

O time representou o país nos Jogos Escolares Sul-Americanos em 2017 e terminou a competição como vice-campeão, perdendo apenas na final para a Colômbia. Esse ano, o objetivo é chegar ao título.

Para o técnico Ivens Fernando, a meta tem tudo para ser alcançada. “A gente tem boas atletas. Algumas se destacaram no primeiro jogo, na vitória sobre o Chile (no domingo), mas o que a gente espera é que o coletivo se destaque. A meta agora é vencer os jogos, com dificuldade ou não, e decidir o último jogo da chave, contra o Paraguai, já classificado. E, depois, esperamos fazer a final, provavelmente contra o próprio Paraguai”, adiantou o treinador.

Ivens Fernando destacou que as competições escolares ajudam a formar a personalidade dos alunos e até mesmo a definir o futuro desses adolescentes. “As competições escolares são bem diferentes das competições de federações, pois envolvem meninas que não serão atletas profissionais. Mas a experiência fica para o resto da vida. A gente também vê que algumas possuem talento nato para a prática do esporte e, se tiverem apoio, seja da família, das autoridades ou de alguma instituição, têm grandes chances de dar certo”, ressaltou.

Para Letícia Macedo, goleira da seleção, um dos destaques da equipe brasileira, tendo realizado defesas que ajudaram a garantir a vitória sobre as uruguaias, o Sul-Americano é importante para ajudar o definir seu futuro, já que ela pretende continuar sendo atleta e jogando futsal.

“Essa é uma experiência muito importante, principalmente quando a gente sabe que tinha muitos times querendo vir no nosso lugar. A gente tem que representar bem o Brasil. Além disso, sempre sonhei ser atleta, desde pequena. E agora quero continuar no futebol”, avisou.

Clóvis Souza, de Arequipa – Peru
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