Ministério do Esporte ABCD dá início à aproximação com confederações para oficializar Planos Anuais de Controle de Dopagem
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ABCD dá início à aproximação com confederações para oficializar Planos Anuais de Controle de Dopagem

O secretário nacional da Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD), Rogério Sampaio, dá início, nesta quinta-feira (26.1), a uma série de encontros com dirigentes de confederações esportivas para a assinatura de um Plano Anual de Controle de Dopagem. Para que um esportista receba a Bolsa Atleta, é necessário que a confederação a que ele pertença tenha um plano desse aprovado.
 
Secretário Rogério Sampaio dá início a encontro com confederações esportivas olímpicas e paralímpicas para assinatura de planos anuais de controle de dopagem. Foto: Francisco Medeiros/MESecretário Rogério Sampaio dá início a encontro com confederações esportivas olímpicas e paralímpicas para assinatura de planos anuais de controle de dopagem. Foto: Francisco Medeiros/ME
 
“A ideia é que nesses próximos dois meses a ABCD tenha esses encontros com todas as confederações olímpicas e paralímpicas do esporte brasileiro”, afirma Rogério Sampaio. A visita começa pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos. Na sexta é a vez de a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) e a Confederação Brasileira de Judô (CBJ) receberem o secretário. 
 
Para o secretário da ABCD, essa agenda criará meios para a organização do controle de dopagem ao longo do ano, o que, segundo ele, é um processo simples, mas ao mesmo tempo complexo. “Para se fazer o controle de dopagem é preciso ter tudo acertado com o laboratório, os kits que serão utilizados, o método de envio do material coletado, a contratação dos agentes de coleta do material, ou seja, toda essa organização é de extrema importância”, ressalta.
 
Rogério Sampaio enfatiza que, além desse Plano Anual de Controle de Dopagem, os controles fora de competição continuarão existindo. “Logicamente que aos controles fora de competição ninguém tem acesso, nem mesmo as confederações. Esse acordo assinado com as confederações não traz prejuízo para testes os realizados de surpresa, como preconiza a Agência Mundial Antidopagem (Wada, na sigla em inglês)”, acentua. 
 
Acordos de cooperação
 
Conforme o acordo de cooperação a ser assinado, as confederações ficarão responsáveis por arcar com os valores referentes ao pagamento dos agentes de controle de dopagem credenciados pela ABCD. Já ao órgão caberá disponibilizar às confederações o Plano de Distribuição de Testes a ser executado no respectivo calendário esportivo e arcar com despesas referentes a laboratório, materiais, equipamentos e transporte de amostras.
 
Na segunda-feira (30) o secretário vai a Aracaju, onde terá encontro com representantes da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) e a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG).
 
Emília Andrade
Ascom – Ministério do Esporte
 
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