Ministério do Esporte Ministro do Esporte visita bairro carioca Rio das Pedras no Dia Nacional de Combate ao Mosquito
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Ministro do Esporte visita bairro carioca Rio das Pedras no Dia Nacional de Combate ao Mosquito

Na cidade do Rio de Janeiro, Rio das Pedras foi o bairro escolhido para as atividades do Dia Nacional de Combate ao Mosquito, nesta sexta-feira (2.12), uma campanha em todo o país para intensificar a atuação contra o transmissor de dengue, zika e chikungunya, o mosquito Aedes aegypti. O ministro do Esporte, Leonardo Picciani, ao lado de representantes dos governos estadual e municipal, visitou uma clínica, uma escola e ruas da região, alertando a população sobre a importância da eliminação de focos do inseto. 

“O governo federal está aqui com o governo do estado e a prefeitura do Rio de Janeiro em uma ação que ocorre simultaneamente em todos os estados brasileiros para conscientizar sobre a necessidade de se combater o mosquito Aedes aegypti. Essa luta depende da participação de todos, porque quase 70% dos focos estão nas casas das pessoas. Se cada um tirar uma horinha, uma vez por semana para cuidar, toda a população estará mais segura. Apenas assim é possível sucesso no combate ao mosquito, com a participação de todos”, ressaltou Picciani.

A visita da comitiva teve início na Clínica da Família Helena Besserman Vianna, onde o ministro cumprimentou agentes de saúde e atletas que participaram para dar força ao movimento. Ramon Ferreira, atleta do vôlei de praia que cresceu bem perto dali, estava entusiasmado. “Voltar e mostrar para essas crianças e para a comunidade a importância dessa ação é muito legal. Estou muito feliz de estar aqui nesta ação contra o Aedes aegypti. Todos juntos contra o mosquito!”, declarou Ramon.

Em seguida, Leonardo Picciani foi à Escola Municipal Rio das Pedras, onde entregou as chaves de 10 viaturas que farão parte das ações ostensivas na luta contra o mosquito. No pátio central, cerca de 100 crianças ouviram do ministro e de atletas conselhos para evitar a formação de criadouros do Aedes.

Para a diretora da escola, Rogéria Monteiro, nada como vivenciar o que sempre foi dito nas aulas de ciências. “Os alunos puderam participar e ver de perto o que tanto se trabalha em sala de aula, conscientizando-se as famílias com reuniões, atividades para mostrar a eles que o combate ao mosquito não é tarefa do governo, do outro, mas, sim, de cada um de nós. Para os alunos, ver os atletas presentes e falando sobre isso e dando o exemplo também significou muito”, afirmou. 

Depois da escola, ministro, secretários e atletas caminharam pelas ruas de Rio das Pedras e visitaram algumas residências, à procura de possíveis criadouros, ensinando sobre formas de eliminá-los.  “Eu não tenho água acumulada na minha casa. Eu nunca tive dengue e espero não pegar, porque eu me cuido e faço a minha parte”, disse Maria Helena de Castro, 61 anos, moradora do bairro. 

Foto: Francisco Medeiros/MEFoto: Francisco Medeiros/ME

Campanha

Desde a identificação do vírus Zika no Brasil e a associação com os casos de malformações neurológicas, no segundo semestre de 2015, o governo federal tem tratado o tema como prioridade. Por isso, no final do ano passado, foi criada a Sala Nacional de Coordenação e Controle, além de 27 Salas Estaduais e 1.821 Salas Municipais, com o objetivo de gerenciar e monitorar as iniciativas de mobilização e combate ao vetor, bem como a execução das ações do Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia. A Sala Nacional é coordenada pelo Ministério da Saúde e conta com a presença dos integrantes de nove pastas federais.

Cabe a esse grupo definir diretrizes para intensificar a mobilização e o combate ao mosquito Aedes aegypti em todo território nacional, além de consolidar e divulgar informações sobre as ações e os resultados obtidos. Também faz parte das diretrizes coordenar as ações dos órgãos federais, como a disponibilização de recursos humanos, insumos, equipamentos e apoio técnico e logístico, em articulação com órgãos estaduais, distritais, municipais e entes privados envolvidos.

A nova campanha do Ministério da Saúde, de conscientização para o combate ao mosquito, chama a atenção para as consequências das doenças causadas pela chikungunya, zika e dengue, além da importância de eliminar os focos do Aedes. “Um simples mosquito pode marcar uma vida. Um simples gesto pode salvar” alerta a campanha, veiculada em TV, rádio, internet, redes sociais e mobiliários urbano (ponto de ônibus e outdoor) no período de 24 de novembro a 23 de dezembro. A ideia é sensibilizar as pessoas para que percebam que é muito melhor cuidar do foco do mosquito do que sofrer as consequências da omissão.

Casos no Rio de Janeiro

Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de 2016, feito pelo Ministério da Saúde, em conjunto com os municípios, aponta que 20 cidades encontram-se em situação de alerta ou risco de surto de dengue, chikungunya e zika no estado do Rio de Janeiro. Desse total, o município de Santo Antônio de Pádua está em risco. Mais 19 aparecem em alerta e 55 estão em situação satisfatória. A capital fluminense está em situação satisfatória. No Brasil todo, LIRAa aponta 855 cidades em situação de risco. O levantamento é fundamental para orientar as ações de controle das três doenças. 

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Emília Andrade, do Rio de Janeiro


Ascom – Ministério do Esporte

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