Ministério do Esporte Golaço e torcida especial marcam estreia do Brasil com vitória no Mundial Feminino sub-17 da Jordânia
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Golaço e torcida especial marcam estreia do Brasil com vitória no Mundial Feminino sub-17 da Jordânia

A seleção brasileira feminina de futebol sub-17 bateu a Nigéria por 1x0 neste sábado (1º.10), em Amã, em sua primeira partida da Copa do Mundo da categoria, na Jordânia. Em campo, o Brasil teve dificuldades para passar pela forte marcação das nigerianas e contou com um golaço marcado por Micaelly para vencer. Nas arquibancadas, quase todos os torcedores apoiaram as meninas brasileiras, em especial os pais da jogadora Bianca, que viajaram dos Estados Unidos, onde moram, para apoiar a filha.

Micaelly marca o gol da vitória do Brasil na estreia. (Foto: CBF)Micaelly marca o gol da vitória do Brasil na estreia. (Foto: CBF)

Desde o apito inicial do árbitro, a Nigéria demonstrou um jogo duro, com muitas faltas e entradas fortes. O Brasil buscava sair da marcação com toque de bola e em jogadas individuais. Nos primeiros 25 minutos de jogo, a seleção do técnico Luizão criou mais oportunidades e teve mais posse de bola. A partir dali, a Nigéria melhorou na partida, quase abriu o marcador por duas vezes e parou em duas ótimas defesas da goleira Kemelli. No final do primeiro tempo, aos 41, a goleira da Nigéria saiu da meta para parar avanço de Ana Vitória e a bola sobrou para Micaelly na intermediária do campo. Com classe, a camisa 10 encobriu a zagueira e marcou o primeiro gol brasileiro na competição. Festa verde e amarela em Amã. O segundo tempo seguiu o roteiro da primeira etapa, com as brasileiras melhores no começo e as nigerianas aumentando o volume durante o jogo. No final, uma importante vitória do Brasil que ainda teve a atacante Kerolin eleita a melhor atleta da disputa.

Completando a primeira rodada do Grupo C, Inglaterra e Coreia do Norte fizeram um jogo equilibrado e com muitas chances de gol. O emocionante duelo terminou empatado por 3 a 3, com direito a gol no último minuto. O resultado colocou o Brasil na liderança da chave.

Para a coordenadora-geral de Futebol Profissional do Ministério do Esporte, Michael Jackson, que está como chefe da delegação brasileira na Copa do Mundo, a atuação na jogo deste sábado mostrou que a seleção canarinho tem condições de buscar o título mundial inédito. Depois de cumprir os compromissos oficiais durante a partida, a ex-jogadora analisou o desempenho da seleção. "O Brasil jogou com alegria, responsabilidade e como um time que veio para buscar o sonho de conquistar a Copa do Mundo. Vamos seguir nesse caminho, subindo um degrau de cada vez", afirmou.

Pais da jogadora Bianca viajaram dos Estados Unidos para torcerem pela seleção brasileira. Foto: Rafael Brais/ME Pais da jogadora Bianca viajaram dos Estados Unidos para torcerem pela seleção brasileira. Foto: Rafael Brais/ME

Apoio familiar
Nas arquibancadas do estádio Rei Adbullah II, um casal vestido com camisas do Brasil engrossava os gritos de apoio à seleção. A jornalista carioca Eliane Caetano-Ferrara mora há mais de 20 anos em San Diego, nos Estados Unidos. Lá, conheceu o marido, o construtor Joe Ferrara. Da união, tiveram duas filhas, uma delas a Bianca, que é a camisa 18 da seleção brasileira sub-17 na Copa do Mundo e atua pela equipe San Diego Surf Soccer nos EUA. E, claro, a razão para a viagem de Eliane e Joe à Jordânia. "Vamos a todos os torneios dela e não podíamos perder uma Copa do Mundo", explicou a mãe-coruja, que estava preocupada com a saúde da filha. "Fiquei com o coração meio apertado pois ela ficou doente alguns dias atrás, não treinou bem. Sobre a partida, Joe acredita que o Brasil teve dificuldades com o tipo de jogo da Nigéria e que, daqui para frente, o time vai crescer dentro da competição. "Elas não trocaram muitos passes como eu já vi antes, mas foi uma bela vitória e com um bonito gol", disse.

Ao final da partida, Bianca, que estava no banco de reservas, foi ao encontro dos pais, que a esperavam na primeira fileira da arquibancada. Foram alguns minutos de reencontro que representaram muito para a família. "Por causa da concentração e das atividades dela, ficamos alguns dias sem nos falar direito e estávamos sem nos ver há duas semanas. Foi muito bom", disse Eliane. "Estar aqui para apoiar nossa filha faz tudo valer a pena", completou.

Foto: Rafael Brais/ MEFoto: Rafael Brais/ ME
    
Rafael Brais, de Amã
Ascom - Ministério do Esporte

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