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Natação do Brasil dispara e chega a 18 medalhas no Sul-Americano Escolar em Arequipa, no Peru

A equipe de natação que representa o Brasil nos Jogos Escolares Sul-Americanos 2018, disputados em Arequipa, no Peru, terminou a quarta-feira (5.12) com um saldo de 18 medalhas em dois dias de competição.

Para o chefe da delegação da natação brasileira, Alexandre Pussieldi, mais conhecido como Coach, o grupo enfrenta e tem superado duas grandes adversidades: a temperatura da água da piscina, abaixo do determinado pela Federação Internacional de Natação (FINA), e a altitude de quase 2.500 metros acima do nível do mar de Arequipa.

O Brasil brilhou nos dois primeiros dias de provas de natação nos Jogos Sul-Americanos Escolares de Arequipa. Foto: Rafael Brais/MEO Brasil brilhou nos dois primeiros dias de provas de natação nos Jogos Sul-Americanos Escolares de Arequipa. Foto: Rafael Brais/ME

“No primeiro dia, nós não sentimos muito. Mas, nas provas de hoje (quarta-feira) a garotada já sentiu bastante, tanto que nós tivemos seis atletas que precisaram ser medicados e usar oxigênio. Mesmo assim, até agora os atletas brasileiros subiram no pódio em todas as provas que participaram”, ressalta Pussieldi.

Nesta quinta-feira (6.12), a equipe brasileira volta à piscina para disputar suas últimas competições e tentar novas medalhas. Para o chefe da delegação, o Brasil deve conquistar mais pódios. “A expectativa é boa. Temos os 100m costas, onde devemos brilhar, temos os 100m nado peito, o Witor vai nadar a provas dos 50m nado livre e temos os revezamentos 4 x 50m medley. Nesses, o Brasil é o grande favorito para ganhar as duas provas” projeta Alexandre Pussieldi.

Destaques

Nas provas disputadas na tarde desta quarta-feira, os atletas brasileiros ganharam quatro medalhas de ouro e cinco de prata. Um dos destaques foi a atleta Ana Luiza Correa Daisson, nadadora do Flamengo e estudante do colégio Santa Mônica, do Rio de Janeiro. Ela conquistou três medalhas: ouro nos 100m livre, ajudou equipe brasileira a ganhar o ouro no revezamento 4 x 50m e faturou a prata nos 200m livre. O desempenho da atleta impressionou os membros da comissão técnica brasileira.

Em Arequipa, ver atletas brasileiros no lugar mais alto do pódio tem sido uma rotina na natação. Fotos: Rafael Brais/MEEm Arequipa, ver atletas brasileiros no lugar mais alto do pódio tem sido uma rotina na natação. Fotos: Rafael Brais/ME

Na equipe masculina, o destaque foi o nadador Witor Hugo Lima, do colégio Projeção, da cidade do Guará, no Distrito Federal. Ele faturou um ouro nos 100m livre e outro no revezamento 4 x 50m.

Já considerado como um possível destaque da natação brasileira, Witor tem planos ambiciosos para o futuro. Pretende continuar se dedicando ao esporte e garante que está se preparando para ser destaque no cenário mundial esportivo. “Acho que tenho um grande futuro pela frente. Estou me preparando para tentar chegar numa final olímpica ou de um mundial. Por isso, para alcançar esses objetivos, enquanto o pessoal está descansando eu estou estudando e enquanto o pessoal está estudando eu estou treinando. É uma rotina completamente diferente”, revela o nadador.

Clóvis Souza, de Arequipa, no Peru
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