Ministério do Esporte COB abre votação para o Atleta da Torcida do Prêmio Brasil Olímpico 2018
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COB abre votação para o Atleta da Torcida do Prêmio Brasil Olímpico 2018

O público já pode escolher o “Atleta da Torcida” do Prêmio Brasil Olímpico (PBO) 2018. A votação foi aberta neste domingo (25) e irá até o dia 18 de dezembro, momentos antes do final da cerimônia do PBO, que será realizado no Teatro Bradesco, no shopping Village Mall, no Rio de Janeiro. A festa organizada pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) premiará também os ‘Melhores Atletas do Ano’, entre outros troféus. Em 2017, a Atleta da Torcida foi Caio Bonfim, da marcha atlética, que conquistou o bronze no Mundial 2017. A votação que apontará o Atleta da Torcida será realizada por meio do site feito especialmente para a premiação: pbo.cob.org.br 
 
Para concorrer ao “Atleta da Torcida”, o COB selecionou dez atletas ou duplas que se destacaram durante a temporada de 2018. Concorrem ao prêmio Ágatha e Duda (vôlei de praia), Arthur Zanetti (ginástica artística), Bruno Fratus (natação), Bruno Rezende (vôlei), Eduarda Amorim (handebol), Érika Miranda (judô), Gabriel Medina (surfe), Henrique Avancini (ciclismo mountain bike), Letícia Bufoni (skate) e Marta (futebol).
 
Arthur Zanetti concorre ao prêmio de Atleta da Torcida. Foto: Abelardo Mendes Jr/ rededoesporte.gov.brArthur Zanetti concorre ao prêmio de Atleta da Torcida. Foto: Abelardo Mendes Jr/ rededoesporte.gov.br
 
Outras premiações - Além do Atleta da Torcida, a cerimônia do Prêmio Brasil Olímpico 2018 fará outras premiações. Concorrem ao troféu de Melhor Atleta do Ano Ana Marcela Cunha (maratona aquática), Ana Sátila (canoagem slalom) e Marta (futebol), no feminino; e Gabriel Medina (surfe), Isaquias Queiroz (canoagem velocidade) e Pedro Barros (skate), no masculino. A escolha dos melhores atletas em cada modalidade, assim como os dois atletas que receberão o Troféu Melhor Atleta do Ano, foi realizada por um júri formado por jornalistas, dirigentes, ex-atletas e personalidades do esporte. 
 
O Prêmio Brasil Olímpico chega à sua 20ª edição prestando homenagens ainda em outras categorias: Melhor Técnico Individual e Coletivo; Troféu Adhemar Ferreira da Silva e Melhores Atletas nos Jogos Escolares da Juventude.
 
Concorrem ao troféu Atleta da Torcida:
 
Ágatha e Duda (vôlei de praia)
 
Ágatha e Duda estão juntas apenas desde 2017, mas já são uma das duplas mais fortes do mundo. Em 2018, a curitibana e a sergipana dominaram o Circuito Mundial. O título da temporada veio após serem campeãs da etapa de Itapema (Brasil), vice-campeãs da etapa de Moscou (Rússia) e terceiras colocadas da etapa de Varsóvia (Polônia). O resultado transformou Duda na atleta mais jovem a conquistar o título do Circuito Mundial, com 20 anos. Em agosto, entraram para a história ao conquistarem o título do World Tour Finals, torneio que reuniu as dez melhores duplas do mundo, em Hamburgo (ALE), e pagou a maior premiação de todos os tempos na modalidade. No Circuito Brasileiro, foram campeãs das etapas de Natal (RN) e João Pessoa (PB), vice-campeã da etapa de Fortaleza (CE) e terceira colocada da etapa de Itapema (SC) do Circuito Brasileiro 2017/2018. 
 
Arthur Zanetti (ginástica artística)
 
O campeão olímpico em Londres 2012 e prata no Rio 2016 voltou ao pódio em Campeonatos Mundiais, em 2018, depois de duas edições sem medalhas. Em Doha, Zanetti ficou com a medalha de prata nas argolas. Esta foi a quarta medalha do paulista de 28 anos em Mundiais. Nos Jogos Sul-americanos de Cochabamba, Zanetti confirmou a hegemonia continental nas argolas e ficou com o ouro.
 
Bruno Fratus (natação)
 
O especialista nos 50m livre começou o ano com tudo. No Troféu Maria Lenk, em abril, fez o segundo melhor tempo do mundo no ano (21s35). No meio do ano, dominou a prova no Circuito Mare Nostrum. Foram três medalhas de ouro consecutivas, em Canet, na França, Barcelona, na Espanha, e Mônaco. Em julho, uma lesão no ombro, o tirou da competição mais importante do ano, o Campeonato Pan-Pacífico, onde iria tentar defender a medalha de ouro obtida na prova dos 50 metros livre na edição passada, em Gold Coast, na Austrália, em 2014.
 
Bruno Rezende (vôlei)
 
O carioca Bruno Mossa de Rezende, 32 anos, mais conhecido como Bruno ou Bruninho, é filho dos ex-jogadores de vôlei Bernardinho e Vera Mossa. Para estar na seleção brasileira, teve que superar a desconfiança por ser filho do então técnico da equipe. O ouro nos Jogos Rio 2016 dizimou qualquer dúvida e ainda o colocou no patamar dos maiores levantadores do mundo e dos maiores ídolos do voleibol nacional. Em 2018, foi um dos destaques da seleção, ao lado do ponteiro Douglas Souza e do central Lucão, que chegou à 5ª final de Mundial consecutiva, a primeira na era pós-Bernardinho, mas foi derrotada pela Polônia, ficando com a prata. O Modena, atual clube de Bruninho, segue na luta pelo título do Campeonato Italiano, um dos mais fortes do mundo, da temporada 18/19 ocupando atualmente a terceira colocação, a mesma em que terminou a temporada 17/18.
 
Eduarda Amorim (handebol)
 
Uma das mais vitoriosas atletas da história do handebol brasileiro, a catarinense Duda Amorim foi considerada em 2018 a melhor jogadora de defesa do mundo por um dos principais sites sobre handebol, o Handball Planet. Na última temporada, Duda se sagrou tricampeã da Liga dos Campeões, com a equipe de Gyori, da Hungria, e agora, em 2018, está em busca do tetra.
 
Érika Miranda (judô)
 
Érika de Souza Miranda anunciou no início de novembro a sua aposentadoria dos tatames. Considerada a “capitã” da geração mais vencedora do judô feminino brasileiro quem as campeãs olímpicas Sarah Menezes e Rafaela Silva entre as representantes, a brasiliense conquistou a quinta medalha consecutiva em Mundiais em 2018, tornando-se, ao lado de Mayra Aguiar, a judoca brasileira com maior número de medalhas em torneios desse nível. Aos 31 anos, a brasiliense se manteve consistente nas etapas do Circuito Mundial da Federação Internacional de Judô, disputando medalhas em três das quatro competições que disputou pela seleção brasileira no ano. A consistência de resultados fez com que Érika se mantivesse entre os quatro melhores do mundo em sua categoria, o meio-leve feminino (52kg), durante todo o ano de 2018.
 
Gabriel Medina (surfe)
 
Atual líder do ranking mundial, Gabriel Medina revolucionou o mundo do surfe desde que surgiu entre os profissionais. Primeiro brasileiro campeão mundial, o paulista de Maresias venceu as etapas do Taiti, na praia de Teahupoo, e a da inédita etapa na piscina de ondas artificiais Surf Ranch Pro, em Lemoore, na Califórnia. O brasileiro foi ainda o terceiro colocado Bells Beach (Austrália), França e Portugal e quinto no Rio e em Bali. Agora, disputa a etapa do Havaí com muitas chances de um histórico bicampeonato mundial para o surfe brasileiro.
 
Henrique Avancini (ciclismo mountain bike)
 
Nascido em Petrópolis (RJ), Henrique Avancini fez de 2018 seu melhor ano desde que começou a pedalar, duas décadas atrás. Em agosto, entrou para a história ao conquistar o título mundial de mountain bike maratona. Também conseguiu o segundo posto no ranking masculino de mountain bike da União Ciclística Internacional (UCI) e o 4º lugar geral do campeonato mundial de Cross-Country (XCO), a modalidade olímpica do esporte – três feitos inéditos na história do ciclismo brasileiro. Em outubro, ganhou mais uma edição da ultramaratona Brasil Ride, na Bahia, coroando um ano espetacular.
 
Letícia Bufoni (skate)
 
Aos 25 anos, Letícia Bufoni pode ser considerada um dos maiores nomes do skate brasileiro no mundo. A skatista começou a praticar a modalidade na Vila Matilde, zona Leste da cidade de São Paulo, aos 9 anos. Mesmo com a resistência do pai, o desempenho da atleta a fez se mudar em 2007, com 14 anos, para Los Angeles, onde se profissionalizou e mora até hoje. Especialista no street, em 2018 conquistou o ouro na primeira edição do International Skateboarding Open, em Nanquim (CHN), e no X Games de Oslo (NOR) e a prata no street do X Games de Sydney (AUS). Fechou o ano em grande estilo com o título do STU Open, última etapa do Circuito Brasileiro.
 
Marta (futebol)
 
Marta entrou de vez para a história do futebol ao vencer seu sexto prêmio de melhor jogadora do mundo da Fifa, em cerimônia realizada em Londres, em setembro. A atacante da Seleção Brasileira liderou o Brasil na conquista a Copa América, vencendo todos os seis jogos. Ela ainda marcou 13 gols e deu seis assistências pelo Orlando Pride, nos Estados Unidos, ajudando sua equipe ir para os playoffs. Com o troféu, a brasileira de Dois Riachos (AL) tornou-se recordista em número de prêmios individuais, tanto entre homens quanto entre mulheres - Cristiano Ronaldo e Messi, seus concorrentes, têm cinco cada.
 
Fonte: Comitê Olímpico do Brasil (COB)
 
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