Ministério do Esporte Mundial de Canoagem Slalom começa nesta terça no Rio de Janeiro
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Mundial de Canoagem Slalom começa nesta terça no Rio de Janeiro

Para alcançar a meta de uma campanha histórica no Mundial de Canoagem Slalom 2018, a partir desta terça-feira (25.09) no Rio de Janeiro, os atletas brasileiros apostam em duas frentes: a vantagem de conhecer cada detalhe da raia olímpica de Deodoro e o talento dos brasileiros Ana Sátila e Pepê Gonçalves. O time brasileiro tem dez atletas na competição que reúne 300 canoístas de 40 países.

Ana Sátila é uma das apostas brasileiras para o Mundial do Rio de Janeiro. Foto: André Motta/ rededoesporte.gov.brAna Sátila é uma das apostas brasileiras para o Mundial do Rio de Janeiro. Foto: André Motta/ rededoesporte.gov.br

As disputas individuais serão no C1 e K1 (canoa e caiaque individuais e por equipes), tanto no feminino quanto no masculino. Na dupla, será no C2 (canoa em dupla mista). Neste primeiro dia de competições, estarão na água os brasileiros que competem no K1 feminino e masculino por equipe e no C1 masculino por equipes. O mundial terá também a K1 Extremo Cross, categoria não olímpica em que os canoístas largam juntos de uma estrutura suspensa direto na pista de competição.

O ministro do Esporte, Leandro Cruz, participou da cerimônia de abertura da competição, nesta segunda-feira (24.09), em Deodoro. “É muito importante trazermos grandes eventos como este para esse canal. É o melhor local de competição para canoagem slalom no Brasil. A organização de um Mundial como este é complexa, mas fizemos e organizamos, com utilização correta da instalação esportiva e com apoio muito importante da confederação para a realização do evento”, afirmou o ministro.

O ministro do Esporte, Leandro Cruz, o presidente da Federação Internacional de Canoagem, Jean Michel Prono, e o presidente da Confederação Brasileira de Canoagem, João Tomasini. Foto: Breno Barros/MEO ministro do Esporte, Leandro Cruz, o presidente da Federação Internacional de Canoagem, Jean Michel Prono, e o presidente da Confederação Brasileira de Canoagem, João Tomasini. Foto: Breno Barros/ME

A canoagem slalom é um dos esportes mais radicais do calendário olímpico. A edição de 2018 não vale vaga para os Jogos de Tóquio 2020, mas serve como preparação para o próximo mundial – o mais esperado pelos canoístas no ciclo, porque será uma das seletivas para os Jogos do Japão. Em 2019, o evento será na cidade espanhola de La Seu D'Urgell.

» Acompanhe a cobertura completa do Mundial de Canoagem Slalom na rededoesporte.gov.br

Busca de medalhas

Na preparação para o torneio, a delegação nacional passou quatro meses de treinos na capital fluminense no início do ano. A parte técnica e tática foi realizada nas corredeiras de Deodoro. A parte física na academia do Time Brasil, no Parque Olímpico da Barra.

"Acredito no grande potencial de Ana Sátila e do Pepê para garantir ótimos resultados e, quem sabe, uma medalha inédita. Esperamos também que outros brasileiros conquistem um lugar nas finais, o que seria um ótimo desempenho", afirmou Cássio Petry, coordenador técnico da Seleção (confira entrevista completa). O Brasil nunca conquistou um ouro em Mundiais nas provas olímpicas do C1 e do K1 feminino. No masculino, nunca subiu ao pódio.

Na temporada 2018, Ana Sátila, de 22 anos, esteve entre as melhores em quatro etapas da Copa do Mundo. Na primeira, na Eslováquia, foi prata no K1 Extremo Cross, prova não olímpica. Na Polônia, faturou o bronze no C1 Feminino e, na Alemanha, foi ouro K1 Extremo Cross e bronze no C1. Além disso, a atleta foi ouro no K1 Extremo Cross no Mundial Sub-23, disputado em julho, na Itália. Em 2017, obteve o bronze no Mundial na prova do C1 e o ouro na K1 extremo cross, na França.

“Estou muito feliz com o meu resultado geral na temporada de 2018. Estou me dedicando ao máximo para conseguir uma medalha para o Brasil aqui no Mundial do Rio de Janeiro”, afirmou Ana Sátila, que viveu a frustração de não chegar à final nos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Pepê, 25 anos, é outro dos destaques do time brasileiro. Há mais de 10 anos na modalidade, foi descoberto no programa social Navegar e passou pelo projeto Segundo Tempo, do Ministério do Esporte, antes de descobrir o esporte de alto rendimento. Desde os 16 anos na Seleção, volta a competir na raia em que fez história ao conquistar a inédita final olímpica. Terminou em sexto lugar nos Jogos Rio 2016.

"Já mostrei que vou muito bem competindo em casa. Gosto e sei lidar com a pressão. O Mundial em casa será para a gente desfrutar, buscar o melhor resultado. Estou trabalhando para chegar em uma final. Se chegar, ninguém segura a gente", disse o paulista de Piraju.

Além de Sátila e Pepê, a delegação nacional conta com Guilherme Mappelli, Fábio Scchena, Felipe Borges, Gustavo Selbach, Marina Souza, Omira Neta, Beatriz Simões e Charles Correa. Todos recebem o apoio financeiro do programa Bolsa Atleta do Ministério do Esporte, quatro deles com a Bolsa Pódio.

Fonte: rededoesporte.gov.br

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