Ministério do Esporte Com demonstração de modalidades, Ministério do Esporte comemora o Dia do Atleta Paralímpico
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Com demonstração de modalidades, Ministério do Esporte comemora o Dia do Atleta Paralímpico

Para celebrar o Dia do Atleta Paralímpico, o Ministério do Esporte promoveu, nesta sexta-feira (22.9), uma demonstração de modalidades adaptadas. Ao lado de atletas de Brasília, funcionários da pasta testaram a prática de diversos esportes, como judô, futebol de 5, ciclismo, badminton, tênis de mesa, remo, basquete e rúgbi em cadeira de rodas. No local havia ainda a exposição de barcos de vela adaptada e a realização de exames de sangue. A ação contou com o apoio do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e da Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação.

Fotos: Leonardo Dalla/MEFotos: Leonardo Dalla/ME

“Viemos demonstrar como os atletas se orientam, quais as dificuldades eles encontram no jogo e como eles superam essas dificuldades, de uma forma que os funcionários possam vivenciar e reproduzir o que os atletas fazem”, explica Marcelo Ottoline, técnico de futebol de 5 na Associação Brasiliense de Deficientes Visuais (ABDV).

Auxiliando na demonstração, o atleta Amaury Marques, de 21 anos, contou sobre a importância de difundir o esporte para mais pessoas. “Perdi a visão com 12 anos e sempre procurei o futebol de 5, mas me falavam que não existia o futebol para cegos. Só aos 16 anos conheci uma escola e comecei a praticar”, relembra o jovem, que nasceu com catarata congênita e hoje já está convocado para a seleção brasileira de jovens. “O esporte melhora muito a sua vida, a locomoção, seu jeito de viver”, afirma.

Abraão Lincoln Vieira, de 40 anos, começou na modalidade há quase 20 e também sentiu os benefícios. “O esporte gera uma série de fatores que ajudam o deficiente visual na vida diária. Ele ajuda na orientação e na mobilidade. Dentro de quadra, a gente não precisa utilizar essas bengalas. O deficiente visual se sente muito à vontade e livre para correr”, comenta o jogador, que perdeu a visão aos 16 anos devido a uma meningite que comprometeu o nervo óptico. “Agora a gente quer resgatar mais garotos para formar um time mais jovem”, conta.

Talita Faila, de 24 anos, coordenadora na Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD), resolveu testar o futebol de 5 ao lado dos dois atletas. Vendada, precisou manter a bola, que leva um guizo no interior para produzir sons, e se deslocar até uma parede. “A experiência foi muito boa”, elogia. “É desafiador. Dá aquela sensação de medo porque você perde o controle do que está à sua volta”, explica.

Ana Cláudia Felizola – Ministério do Esporte

 

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