Ministério do Esporte Representantes da Confederação Brasileira de Desportos de Surdos visitam o secretário Nacional de Alto Rendimento Rogério Sampaio
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Representantes da Confederação Brasileira de Desportos de Surdos visitam o secretário Nacional de Alto Rendimento Rogério Sampaio

Secretário Nacional de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, Rogério Sampaio recebeu, na tarde desta quarta-feira (13.09), em Brasília, o ex-jogador de vôlei Xandó, medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 1984, e a presidente da Confederação Brasileira de Desportos de Surdos (CBDS), Deborah Dias de Souza.

Atual técnico da Seleção Brasileira de Surdos masculina, coordenador das seleções masculina e feminina de surdos e assessor da Confederação Brasileira de Desportos de Surdos (CBDS), Xandó e a dirigente vieram a Brasília agradecer o apoio do Ministério do Esporte na participação do Brasil nas Surdolimpíadas, disputadas em julho, na Turquia, quando o país conquistou cinco medalhas – uma de ouro e quatro de bronze – e terminou no 28º lugar entre os 97 países participantes.

Da esquerda para a direita: a secretária da CBDS Esmeralda Oliveira, Xandó, Rogério Sampaio e a presidente da CBDS, Deborah Souza. Foto: Luiz Roberto Magalhães/MEDa esquerda para a direita: a secretária da CBDS Esmeralda Oliveira, Xandó, Rogério Sampaio e a presidente da CBDS, Deborah Souza. Foto: Luiz Roberto Magalhães/ME

A delegação brasileira nas Surdolimpíadas foi formada por 140 integrantes, dos quais 98 eram atletas, que disputaram provas em 14 modalidades: atletismo, badminton, futebol, handebol, judô, caratê, natação, tênis, tênis de mesa, taekwondo, vôlei, vôlei de praia, luta livre e luta greco-romana.

Do total, 77% competiu na Turquia tendo as passagens aéreas de ida e volta, seguro de viagem e parte da hospedagem bancados por termo de fomento firmado com o Ministério do Esporte, que disponibilizou R$ 1,5 milhão para a Confederação Brasileira de Desportos de Surdos.

“A nossa ideia é estreitar essa relação com o Ministério do Esporte desde já para que a gente possa passar a programação deste novo ciclo surdolímpico com bastante antecedência. Estamos hoje aqui pensando em um campeonato que será realizado em novembro do ano que vem, que são os Jogos Sul-Americanos de Surdos (de 8 a 18 de novembro de 2018, na Argentina), para que, com a ajuda do ministério, a gente consiga evoluir, tanto tecnicamente quanto financeiramente”, declarou Xandó.

Segundo Xandó, não há dados oficiais sobre o número de pessoas surdas que praticam esportes no Brasil. “Mas calculamos que hoje cerca de trezentos mil surdos praticam esportes no Brasil. Pelo último censo, são 9,8 milhões de surdos no Brasil. Então, 300 mil praticantes de esportes é um volume muito bom. Mas é difícil realizar um calendário que atenda a todas essas pessoas porque a gente não temos recursos, não existem programas e alguns estados não têm nem federação”, prosseguiu.

Para o medalhista olímpico, o apoio do Ministério do Esporte será crucial para o desenvolvimento do desporto para surdos no país. “A parceria com o ministério foi fundamental para a participação do Brasil nas Surdolimpíadas e nós jamais teríamos conseguido levar uma delegação de 100 atletas se não fosse o apoio do ministério. Se não tivéssemos tido esse apoio para as Surdolimpíadas praticamente iríamos chegar sem nenhuma representação à Turquia. Jamais iríamos com uma delegação com quase 100 atletas. Se houve inclusive o retorno de resultados, com quatro medalhas de bronze e uma de ouro, com recorde mundial na natação – o paulista Guilherme Maia Kabbach faturou o ouro nos 200m e o bronze nos 100m, ambos no nado livre, e quebrou o recorde surdolímpico e mundial nos 200 metros – isso só foi possível devido ao apoio do ministério. Sem isso, dificilmente teríamos tido esses resultados”, ressaltou Xandó.

“O apoio do Ministério do Esporte à participação dos atletas com deficiências auditivas em competições internacionais é extremamente importante”, afirmou Rogério Sampaio. “O ministério tem a preocupação de atender a todas as camadas da sociedade e estudos apresentados pela Confederação Brasileira de Desportos de Surdos demonstram a grande quantidade de pessoas no país com deficiência auditiva. Através do esporte a gente consegue a reinserção das pessoas na sociedade e então fico extremamente feliz de ver o ministério cumprindo o seu papel”, encerrou o secretário.

Luiz Roberto Magalhães – Ministério do Esporte
 

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