Ministério do Esporte Velódromo do Rio recebe “abraço solidário”
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Velódromo do Rio recebe “abraço solidário”

O Velódromo do Rio de Janeiro recebeu um “abraço solidário” logo após a cerimônia oficial da festa em comemoração a 1 ano dos Jogos Olímpicos do Rio. A homenagem foi organizada pela Federação de Ciclismo do Rio de Janeiro e contou com a participação de voluntários olímpicos, moradores de Itaboraí, diretores e funcionários da Autoridade de Governança do Legado Olímpico e visitantes que estavam no Parque Olímpico da Barra, no Rio de Janeiro, para participar das atividades esportivas e culturais.  
 
No evento, João Alves representou os 45 mil voluntários olímpicos na homenagem feita pelo Ministério do Esporte e pela AGLO. Ele recebeu a tocha paralímpica pela dedicação durante o trabalho realizado nos Jogos Rio 2016.
 
“Para chegar ao Parque Olímpico fiz todo o trajeto de um voluntário, arrumei a mochila, vesti o uniforme e usei o transporte público. Representar neste momento os 45 mil voluntários olímpicos é gratificante. Todos nos dedicamos durante os Jogos e hoje me vem à memória tudo o que vivemos nas Olimpíadas.  Só tenho a agradecer essa homenagem”, comentou João.
 
Voluntários reunidos na frente do Velódromo. Foto: AGLOVoluntários reunidos na frente do Velódromo. Foto: AGLO
 
João estava com uma turma que organizou o 1º Encontro da Família de Voluntários Olímpicos, no dia 05, no Parque Olímpico da Barra, e participou da comemoração de um ano dos Jogos Rio 2016.
 
Isabel Nasser viajou de Belo Horizonte para o encontro. “É uma emoção reencontrar os amigos voluntários que conheci durante os Jogos Rio 2016. Foi uma das melhores coisas que aconteceram na minha vida. Estar aqui hoje nesse evento é surpreendente”, explicou Isabel.
 
Shirlei Queiroz contou que gostou tanto de ser voluntária que já participou de outros eventos olímpicos e paralímpicos em São Paulo e Cuiabá na mesma função. “Amei esse mundo dos voluntários e não quero parar mais, ser voluntária não tem preço”, destacou Shirlei.
 
O paulista Rogério Santos estava numa expectativa grande e ficou feliz com o resultado da comemoração. “Sou de Santos, uma cidade atlética, e estar aqui e contribuir com esse abraço ao Velódromo é importante. Uma estrutura bonita e necessária para o Rio”, disse Rogério. 
 
O telhado do Velódromo do Rio pegou fogo na madrugada do dia 30, em função da queda de um balão. Uma prática considerada crime, mas habitual durante as festividades juninas na região da Barra. O “abraço solidário” de atletas e da população foi uma forma de expressar a tristeza e desejar que o equipamento volte em breve a receber treinos e projetos sociais de inclusão social.
 
“É importante para o legado olímpico da cidade manter o velódromo com a pista ativa, pois projetos de escolinhas para jovens estavam sendo realizados. Com isso, descobrimos novos talentos. Queremos passar essa experiência para eles”, destacou o atleta e embaixador do ciclismo Vinícius Chicarino.
 
Rodrigo Babo, diretor de pista da Federação de Ciclismo do estado do RJ, também falou que o Velódromo precisa estar aberto em breve para receber a energia dos atletas. “Chegamos a reunir 120 atletas no estadual, Rio Bike Fest, o que foi um recorde. Não vemos a hora de voltar a treinar. Estava tudo tão certo nos treinos que reunimos 40 atletas na pista. Tínhamos que fazer duas baterias a cada meia hora”, contou.  
 
"Mais rápido do mundo"
Na pista do Velódromo do Rio 35 recordes olímpicos, paralímpicos e mundiais foram quebrados em agosto e setembro de 2016. Nos Jogos Olímpicos, o público acompanhou de perto o combate centímetro a centímetro dos maiores atletas da modalidade e a consagração dos britânicos Jason Kenny, Bradley Wiggins, Callum Skinner e Laura Trott, da alemã Kristina Vogel, da holandesa Elis Ligtlee e do italiano Elia Viviani.
 

Neste ano, ciclistas federados treinavam no equipamento que está sob gestão da Autoridade de Governança do Legado Olímpico (AGLO), que cedeu o espaço à Fecierj. Os treinos eram realizados as terças, quintas e sábados. O local contava com socorristas de plantão nos horários dos treinos, estacionamento, seguranças, banheiros e sala para guardar bicicletas.
 
Quando os treinos retornarem, para participar, é preciso frequentar uma clínica de ciclismo de pista ministrada pela federação. Outras informações podem ser obtidas no site www.fecierj.org.br.
 
Fonte: Graciela Vizzotto, AGLO 
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