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Confederação Brasileira de Kung Fu Wushu assina acordo de cooperação com a ABCD

O kung fu é a primeira modalidade não-olímpica e não-paralímpica do país a assinar um acordo de cooperação com a Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD). Nesta quarta-feira (01.06), o presidente da Confederação Brasileira de Kung Fu Wushu (CBKW), Marcus Vinicius Alves, esteve reunido em Brasília com o secretário nacional da ABCD, Rogério Sampaio, para formalizar a parceria.

Com isso, a CBKW se torna a 12ª instituição esportiva a assinar acordo de cooperação com a ABCD, seguindo os passos da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), da Confederação Brasileira de Judô (CBJ), da Confederação Brasileira de Golfe (CBG), da Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa), da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM), da Confederação Brasileira de Rugby (CBRu) e do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

“De acordo com uma resolução aprovada no ano passado no CNE (Conselho Nacional do Esporte), para que atletas de modalidades não-olímpicas ou não-paralímpicas possam fazer jus à Bolsa Atleta a instituição tem que apresentar o plano de testes aprovado pela ABCD. E o kung fu é a primeira dessas modalidades a assinar um acordo conosco”, explica Rogério Sampaio.

Para Marcus Vinicius Alves, a iniciativa eleva o kung fu brasileiro a um outro patamar de credibilidade. “Estou muito feliz. A conversa de hoje foi muito produtiva. No ano passado, eu estive reunido aqui com a antiga gestão e a nossa parte estava limitada apenas a ações de campanhas informativas e preventivas. Internacionalmente, os testes são realizados no kung fu há anos. Agora, nós teremos, pela primeira vez, atletas testados durante o Campeonato Brasileiro, em setembro, em Cuiabá. Nossa sensação é a de que estamos elevando o status da modalidade no país”, comemora o dirigente.

“Sou um grande apoiador da campanha pelo esporte limpo e para nós esse acordo foi um grande passo para nossa modalidade. O Brasil é considerado uma potência no wushu e no ano que vem vamos realizar no país o Campeonato Mundial Junior. Será a primeira vez que um Mundial da modalidade é realizado na América Latina (a previsão é de que a competição seja disputada em Brasília, mas a cidade ainda precisa ser confirmada)”.

No último Mundial da categoria adulta (principal), em 2015, na Indonésia, o Brasil conquistou quatro medalhas: uma de ouro, com Tânia Sakanaka; e três de bronze, com Caio Pitoli, Maristela Alves e Alice da Luz. Este ano, o Mundial adulto será disputado em Kazan, na Rússia, em setembro.

Luiz Roberto Magalhães – Ministério do Esporte

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