Ministério do Esporte Supercampeã no vôlei de praia, Larissa se emociona ao conhecer o Parque Olímpico da Barra
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Supercampeã no vôlei de praia, Larissa se emociona ao conhecer o Parque Olímpico da Barra

Aos 35 anos, a capixaba Larissa França já viveu praticamente tudo nas areias do vôlei de praia. Sete vezes campeã do Circuito Mundial (2005, 2006, 2007, 2009, 2010, 2011 e 2012), eleita duas vezes a melhor jogadora do mundo (2006 e 2015) e medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008, entre dezenas de outras conquistas e prêmios individuais, a parceira de Talita disputa, nesta semana, a etapa do Rio de Janeiro do Circuito Mundial.

Em sua 18ª edição no Rio de Janeiro, o evento deste ano tem como principal novidade o local. Antes disputada em Copacabana, palco das partidas nos Jogos Olímpicos Rio 2016, competição na qual Larissa passou perto de mais uma medalha e terminou na quarta colocação, o Circuito Mundial é disputado, agora, no Centro Olímpico de Tênis, no Parque Olímpico da Barra, o coração dos Jogos Rio 2016.

Larissa (C) disputa no Centro Olímpico de Tênis a etapa do Rio do Circuito Mundial de vôlei de praia. Foto: Danilo Borges/MELarissa (C) disputa no Centro Olímpico de Tênis a etapa do Rio do Circuito Mundial de vôlei de praia. Foto: Danilo Borges/ME

Assim como muitos atletas que competiram nas Olimpíadas no Rio, Larissa nunca tinha visitado o Parque Olímpico. E relevou que se emocionou ao conhecer o local. Em entrevista ao Brasil 2016, a jogadora fala sobre como tem sido disputar partidas em uma arena olímpica, ressalta a importância dos investimentos feitos pelo Ministério do Esporte nos atletas, analisa o ciclo rumo a Tóquio 2020 e afirma que quem fala que os Jogos Rio 2016 não deixou nenhum legado não sabe o que diz.

Nos Jogos de 2016, as medalhas da modalidade foram disputadas em Copacabana. Foto: Roberto Castro/MENos Jogos de 2016, as medalhas da modalidade foram disputadas em Copacabana. Foto: Roberto Castro/ME

A etapa do Rio de Janeiro do Circuito Mundial é a primeira competição internacional que o Parque Olímpico recebe desde o fim dos Jogos Rio 2016. Como é jogar vôlei de praia nesta arena olímpica?

É fantástico! Primeiro a gente ainda tem esse clima olímpico, essa energia do espírito olímpico que é muito bacana. É algo que a gente passa quatro anos buscando para estar em uma Olimpíada, que é o que todo atleta gostaria. Esse clima favorece um evento mais legal, mais bonito. Acho que os atletas quando chegam já sentem esse clima bacana. Estou muito feliz de ter essa sensação e de estar jogando em casa, o que é sempre especial, com torcida, amigos, família...

O que você acha que ficou dos megaeventos esportivos para o país?

Quem fala que o legado dos Jogos Rio 2016 não existe não sabe o que está falando. A gente, nos últimos anos, tem crescido muito no esporte, principalmente com o apoio do Ministério do Esporte. A gente sabe das dificuldades que as pessoas têm de crescer e desde uns dois ciclos que a gente tem recebido um apoio muito grande. E isso é fundamental. Temos a Bolsa Atleta, onde o atleta tem uma condição sensacional de trabalhar e de pensar só no esporte, porque às vezes a gente tem que pagar uma conta e precisa ter uma estrutura e não tem condições para isso. As pessoas muitas vezes querem falar e não sabem do que estão falando. Eu como atleta posso falar. Deixou um legado, sim. As pessoas veem melhorias. Ainda há pouco eu conversei com uma pessoa que disse que tinha vindo de BRT ao Parque Olímpico e que foi tão rápido. Então, para a cidade foi muito bom. Esses estádios são muito bons. Ter um local para fazer uma etapa do Circuito Mundial onde as pessoas conseguem acessar, conseguem estar aqui e sentir esse espírito olímpico é incrível. Sem dúvida, nós temos o legado pós-Olimpíada.

Muitos atletas que disputaram as Olimpíadas no vôlei de praia ainda não conheciam o Parque Olímpico, pois as partidas foram em Copacabana. Você já tinha visitado o Parque Olímpico antes desta etapa?

Eu também não consegui passar por aqui nas Olimpíadas. Quando cheguei, pensei logo: “que bacana!”. Já tinha visto vídeos, fotos, mas não tinha vindo ainda. Então foi essa sensação, de chegar, olhar, e dizer: “nossa, que bonito, que espetáculo!”. É muito bom, porque traz lembranças boas. Por aqui passaram grandes atletas. Aqui jogaram os melhores do mundo. Então é uma inspiração para a gente também, sem dúvida.

Como estão as expectativas para o próximo ciclo olímpico rumo a Tóquio 2020?

Eu acho que a gente tem tudo para fazer um grande ciclo. Temos a renovação da Bolsa Pódio, que é fundamental para os atletas e que está prestes a sair a nova lista, e eu acho que o crescimento vem acontecendo. Nós temos os melhores atletas dentro desse esporte, temos condições, temos clima, temos apoio e então não tem como ser ruim. E vamos torcer para que a gente consiga novamente chegar como uma grande potência em 2020.

Do Rio de Janeiro, Luiz Roberto Magalhães – Ministério do Esporte

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