Ministério do Esporte Nova gestora do legado olímpico apresenta plano de ocupação
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Nova gestora do legado olímpico apresenta plano de ocupação

Representantes de federações, confederações e outras entidades esportivas conheceram, na manhã desta sexta-feira (28.04), o projeto de ocupação das instalações os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, apresentado pela Autoridade de Governança do Legado Olímpico (AGLO). Segundo os representantes da nova autarquia – que substitui a Autoridade Pública Olímpica – a proposta inicial é que o legado esportivo cumpra, por meio de ações assertivas, sua vocação para realização de treinamentos, competições, projetos sociais e eventos.

Durante a reunião, realizada no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, o presidente AGLO, Paulo Mello, destacou a necessidade de parceria com tais entidades, a fim de consolidar um projeto de agenda perene de atividades nos equipamentos. 

“As confederações, federações e o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) podem nos ajudar com essa montagem de calendário. Nós fizemos um evento de vôlei de praia em fevereiro, através de uma parceria com a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), e já temos outro evento marcado para final de maio, que é um campeonato internacional de vôlei de praia. Esse é um exemplo de parceria que funciona como pontapé inicial da nossa agenda”, exemplificou Mello.  “Dessa forma será possível construir um calendário consistente para levar o legado à população de modo mais confiável e positivo”, complementou.

Presente na reunião, o ministro do Esporte, Leonardo Picciani, endossou o discurso do presidente da AGLO. Segundo ele, além de ajudar na consolidação de calendário de atividades, a parceria com as entidades esportivas ainda será capaz de contribuir na implantação de projetos de iniciação ao esporte e natureza social.

“Estamos empenhados para esses projetos darem vida ao legado e para que pessoas consigam enxergar a iniciativa como instrumento de visibilidade do esporte, mostrando que ele tem que ser tratado como política pública de primeira instância”, justificou Picciani.

Foto: MEFoto: ME

Lei de Incentivo

Durante discurso, o ministro ainda lembrou que vem lutando por mais recursos que fomentem o esporte no Brasil. Segundo ele, após a votação da reforma previdenciária no Congresso Nacional, a ideia é colocar para apreciação plenária a alteração da Lei de Incentivo ao Esporte.

“A gente precisa votar com urgência o aumento do incentivo de contribuição das empresas de 1% para 3%. Em ano de escassez, essa é uma ferramenta importante na busca de soluções que garantam o nível de investimentos no esporte brasileiro, inclusive com vistas ao próximo ciclo olímpico”, disse Picciani, que também vem pedindo ajuda às estatais para que não deixem de patrocinar os projetos esportivos nos quais estão engajadas.

Estiveram presentes na reunião os presidentes das confederações de Atletismo, José Antonio Martins Fernandes; de Badminton, Francisco Ferraz; de Boxe, Mauro Silva; de Canoagem, João Tomasini Schwertner;  de Ciclismo, José Luiz Vasconcellos; de Esgrima, Ricardo Machado; de Ginástica, Luciene Rezende; de Golfe, Euclides Antonio Guzi; de Handebol, Manoel Luiz Oliveira; de Hipismo, Ronaldo Bittencourt Filho; de Hóquei sobre a Grama, Bruno Patrício; de Levantamento de Pesos, Enrique Monteiro Dias; de Lutas Associadas, Pedro Gama Filho; de Remo, Edson Altino Pereira Júnior; de Tênis, Rafael Westrupp; de Triatlo, Marco Antonio de Mattos; de Vôlei, Walter Pitombo Larangeiras; e ainda o diretor da Confederação Brasileira de Basquete, Jesualdo Prazeres de Alcântara; coordenador da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos, Ricardo Prado; e o superintendente da Confederação Brasileira de Rubgy, João Miguel Ralha Gonçalves.

Ascom - Ministério do Esporte

 

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