Ministério do Esporte Público já pode votar no ‘Atleta da Torcida’ do Prêmio Brasil Olímpico 2016
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Público já pode votar no ‘Atleta da Torcida’ do Prêmio Brasil Olímpico 2016

Foto-montagem: Divulgação/COBFoto-montagem: Divulgação/COB
Está aberta a votação que irá definir ‘O Atleta da Torcida’ de 2016. O(a) vencedor(a) será homenageado(a) na cerimônia do Prêmio Brasil Olímpico, no dia 29 de março, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. A festa organizada pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) premiará também os ‘Melhores Atletas do Ano’ e fará uma homenagem especial aos medalhistas do Time Brasil nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Em 2015, o Atleta da Torcida foi o nadador Thiago Pereira.
 
A votação que apontará o(a) Atleta da Torcida em 2016 foi aberta neste domingo, dia 05, e está sendo realizada através do Facebook, em enquete publicada na página facebook.com/timebrasil e no site cob.org.br/pbo, onde os fãs do Time Brasil poderão escolher entre os concorrentes ao troféu. Cada fã pode votar uma vez em seu atleta preferido e participar da campanha compartilhando a enquete com seus amigos. A votação será encerrada durante o Prêmio Brasil Olímpico.
 
Para concorrer ao “Atleta da Torcida”, o COB selecionou atletas ou duplas que se destacaram durante a temporada de 2016. Concorrem ao prêmio os medalhistas olímpicos do Time Brasil: Alison e Bruno Schmidt (vôlei de praia), Arthur Nory (ginástica artística), Diego Hypólito (ginástica artística), Isaquias Queiroz (canoagem velocidade), Kahena Kunze e Martine Grael (vela), Poliana Okimoto (maratona aquática), Rafaela Silva (judô), Robson Conceição (boxe), Serginho (vôlei) e Thiago Braz (atletismo).
 
Melhor Atleta do Ano - Além do Atleta da Torcida, a cerimônia do Prêmio Brasil Olímpico 2016 destacará os Melhores Atletas do Ano. Concorrem Martine Grael / Kahena Kunze (vela), Poliana Okimoto (maratona aquática) e Rafaela Silva (judô), no feminino; e Isaquias Queiroz (canoagem), Serginho (vôlei) e Thiago Braz (atletismo), no masculino. A escolha dos melhores atletas em cada modalidade, assim como os dois que receberão o Troféu Melhor Atleta do Ano, foi realizada por um júri formado por jornalistas, dirigentes, ex-atletas e personalidades do esporte. 
 
Oscar do esporte brasileiro, o Prêmio Brasil Olímpico chega à sua 18ª edição prestando homenagens ainda em outras categorias: Melhor Técnico Individual e Coletivo; Troféu Adhemar Ferreira da Silva e Melhores Atletas nos Jogos Escolares da Juventude. Os medalhistas nos Jogos Olímpicos Rio 2016 também receberão homenagem especial.
 
O Prêmio Brasil Olímpico conta com o patrocínio do Bradesco, Coca-Cola e Correios.
 
Concorrem ao troféu Atleta da Torcida 2016: 
 
Alison e Bruno Schmidt (Vôlei de Praia)
Em 2016 a dupla colocou o país de volta ao primeiro lugar do pódio olímpico da modalidade após doze anos e conquistou importantes títulos mundiais: ouro na etapa croata do Circuito Mundial de Vôlei de Praia, prata no Grand Slam de Moscou (Rússia) e no de Olsztyn (Polônia), e o título do World Tour Finals. Neste ano Bruno foi eleito pela FIVB, pela segunda vez consecutiva, o melhor jogador do mundo, além de ficar com o título de melhor jogador defensivo e de esportista do ano. Já Alison foi eleito o melhor ataque da temporada. 
 
Arthur Nory (Ginástica Artística)
Arthur Nory brilhou em sua estreia em Jogos Olímpicos e participou de uma dobradinha brasileira no pódio do solo masculino no Rio 2016, ao lado de Diego Hypólito. Nory com o bronze e Diego com a prata. No começo de 2016 o ginasta foi o único representante brasileiro na etapa escocesa da Copa do Mundo de Ginástica Artística, onde conquistou a medalha de prata no individual geral. Pouco antes dos Jogos Rio 2016, Nory ficou com a medalha de ouro no salto na etapa brasileira da Copa do Mundo. 
 
Diego Hypolito (Ginástica Artística) 
Em sua terceira participação em Jogos Olímpicos, Diego Hypólito lavou a alma e deixou para trás as quedas em Pequim 08 e Londres 12 para conquistar a medalha de prata no Rio 2016. A redenção e o pódio olímpico vieram em sua especialidade, a prova de solo, que já lhe deu o bicampeonato mundial (2005 e 2007).
 
Isaquias Queiroz (Canoagem Velocidade)
Vencedor do Prêmio Brasil Olímpico 2015 como melhor atleta da modalidade e também como atleta do ano, Isaquias marcou seu nome na história olímpica no Rio 2016. O canoísta se tornou o primeiro atleta brasileiro a conquistar três medalhas em uma única edição dos Jogos Olímpicos: o bronze no C1 200m, a prata no C1 1000m e novamente a prata, dessa vez no C2 1000m, com Erlon Souza. 
 
Kahena Kunze e Martine Grael (Vela)
A dupla foi responsável por manter a tradição da vela brasileira de conquistar medalhas em Jogos Olímpicos desde Atlanta 1996. Campeãs mundiais em 2014, Martine Grael e Kahena Kunze deram um show na regata da medalha da classe 49er Fx, que fazia sua estreia no Programa Olímpico, e conquistaram o título da última competição da modalidade nos Jogos Rio 2016 para delírio absoluto da torcida brasileira na Marina da Glória.
 
Poliana Okimoto (Maratona Aquática)
Nos Jogos Olímpicos Rio 2016, Poliana Okimoto consagrou-se como a primeira atleta (entre homens e mulheres) a conquistar uma medalha olímpica para o Brasil na modalidade. Poliana tornou-se também a primeira mulher a conquistar uma medalha olímpica para o Brasil nos esportes aquáticos. Poliana conquistou o bronze após a confirmação da desclassificação da francesa Aurelie Muller, que havia chegado em segundo.
 
Rafaela Silva (Judô)
Com o ouro dos Jogos Rio 2016 a peso-leve se tornou a única brasileira campeã olímpica e mundial, título que conquistou em 2013, também no Rio de Janeiro. A judoca conquistou, em 2016, medalhas como o ouro no Grand Prix de Tbilisi e o bronze no Pan-americano de Havana. Rafaela recebeu da Associação dos Comitês Olímpicos Nacionais um prêmio pelo desempenho mais inspirador dos Jogos Rio 2016.
 
Robson Conceição (Boxe)
O baiano Robson Conceição conquistou o ouro inédito do boxe brasileiro nos Jogos Rio 2016, na categoria peso ligeiro. Antes de gravar seu feito na história do esporte do país, Robson conquistou, em 2016, o ouro no Torneio Giraldo Cordova Cardin, em Havana (Cuba) e a prata no torneio Belgrado Winner (Sérvia). Após o Rio 2016 o baiano seguiu para o boxe profissional.
 
Serginho (Vôlei)
Aos 40 anos, Serginho viveu um ano de fortes emoções em 2016. O líbero foi peça fundamental na conquista da medalha de ouro da seleção brasileira de vôlei nos Jogos Rio 2016, sua quarta medalha olímpica. O atleta foi eleito pela Federação Internacional de Vôlei o melhor jogador do torneio masculino dos Jogos. Após a partida final, o atleta se despediu da seleção brasileira. 
 
Thiago Braz (Atletismo)
Aos 22 anos, Thiago Braz surpreendeu ao se tornar o primeiro brasileiro a passar dos seis metros no salto com vara. Em um Estádio Olímpico absolutamente hipnotizado pelo duelo do brasileiro com o francês Renaud Lavillenie, Thiago chegou aos 6,03m para conquistar o ouro, com direito a novo recorde olímpico. O atleta já havia sido medalhista de prata nos Jogos Olímpicos da Juventude Cingapura 2020. 
 
Fonte: COB
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