Ministério do Esporte Lei de Incentivo: Katana vence disputa emocionante no Circuito Oceânico e sai na frente do Brasileiro de C30
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Lei de Incentivo: Katana vence disputa emocionante no Circuito Oceânico e sai na frente do Brasileiro de C30

Tripulação catarinense levou o título da etapa nos metros finais da última regata. Força 12 (HPE-25), Cherne (RGS Geral) e Inae/Transbrasa (IRC) também comemoraram título em Jurerê. Foto: Gabriel Heusi/Heusi ActionTripulação catarinense levou o título da etapa nos metros finais da última regata. Força 12 (HPE-25), Cherne (RGS Geral) e Inae/Transbrasa (IRC) também comemoraram título em Jurerê. Foto: Gabriel Heusi/Heusi Action
A flotilha de C30 comprovou no sábado (11.02), em Jurerê, por que é considerada uma das classes mais competitivas da vela oceânica do Brasil. Após quatro dias de “pegas” acirrados, os títulos do 28º Circuito Oceânico – promovido pelo Iate Clube de Santa Catarina, com o apoio da Lei de Incentivo ao Esporte – e da primeira etapa do Campeonato Brasileiro foram decididos nos metros finais da última regata do evento. Comandados por Fábio Filippon, a tripulação Katana comemorou as duas vitórias mantendo a tradição de vitórias catarinenses no Circuito.
 
Com apenas uma regata realizada nesse sábado em condições de vento nordeste, variando de 7-11 nós, Zeus Team e Corta Vento abriram frente de Katana e Caballo Loco, que chegaram empatados em pontos no último dia de competição do Brasileiro. Durante as três primeiras “pernas” da regata o Caballo Loco vinha à frente, em 3º, mas nos metros finais a equipe catarinense conquistou a posição que garantiu o título, com apenas 14 segundos de vantagem após quase 1h10 de prova.
 
“A Classe C30 é muito competitiva. Todos ganharam regatas, todos ficaram em último, e hoje poderia ter acontecido qualquer coisa. Vencer aqui era algo que não estávamos esperando. Foi na última perna, no último popa. Fazia mais de um ano que não nos víamos todos a bordo, mas nos conhecemos muito bem e a interação entre todos da equipe foi ótima”, comentou o comandante Fábio Filippon. “Dentro de um C30 a tática é outra, a estratégia de competição é outra. Hoje nós abandonamos a flotilha e ficamos em um match race particular e na reta final a emoção era enorme, estávamos todos com o coração na boca”, completou.
 
Com a vitória na última regata, o Zeus Team terminou a primeira etapa do Brasileiro na segunda posição e o Circuito Oceânico em 3º, alternando as posições com o Caballo Loco, vice no circuito e 3º no Brasileiro. Inclusive, o nacional da classe segue totalmente aberto. Para se ter uma ideia de tamanho equilíbrio, Katana e Zeus Team somaram 13 pontos, com vantagem no descarte para o Katana, enquanto Caballo Loco e Corta Vento somaram 14 pontos, com vantagem no descarte para a tripulação paulista.
 
Força 12, Cherne e Inaê/Transabrasa conquistam o 28º Circuito Oceânico:
 
Assim como na classe C30, a disputa entre os HPE-25 também foi definida apenas na última regata do evento. O Força 12, de Santa Catarina, chegou ao último dia com um ponto de vantagem e velejando em família conseguiu sustentar a primeira posição à frente do Tereza, do Rio Grande do Sul.
 
“Os barcos da HPE-25 são todos iguais e o que faz diferença é a tocada da tripulação e nós velejamos em família. A filha (Larissa Juk), o filho (Alex Juk) e o Rodolfo fizeram um ótimo trabalho e no final conseguimos conquistar o título”, comentou Arno Juk, comandante do Força 12.
 
Campeão da edição 2016 do Circuito Oceânico, o Zephyrus começou o sábado com pequena vantagem sobre o Cherne, na liderança da RGS Geral. Porém, com uma tática perfeita e acertando todas as manobras, a equipe da Marinha do Brasil cruzou a linha de chegada com grande diferença sobre os catarinenses e após o tempo corrigido a tripulação pode comemorar o título no Circuito Oceânico.
 
“É sempre um prazer estarmos aqui em Florianópolis e essa garotada que está aí é o que a gente estimula na vela brasileira. Esses aspirantes da Escola Naval são a continuidade da vela. Por isso fazemos questão de estar sempre aqui e de competir em eventos como esse, que são tão importantes para o nosso esporte “, disse o Comandante Paulo Carvalho.
 
Completando o rol de campeões, o Inae/Transbrasa confirmou o título da classe IRC. O Pajero, na ORC, e o Carino, na Cruzeiro, já haviam confirmado as conquistas na sexta-feira, com uma regata de antecedência.
 
Classificação final do 28º Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina:
 
C30:
1º Katana – 9pp
2º Caballo Loco – 11pp
3º Zeus Team – 11pp
 
ORC:
1º Pajero – 5pp
2º Itajaí Sailing Team – 13pp
3º Catuana Kim – 18pp
 
IRC:
1º Inae/Transbrasa – 5pp
2º Argonauta – 6pp
 
RGS Geral:
1º Cherne – 7pp
2º Zephyrus – 9pp
3º Ursa Maior – 11pp
 
HPE-25:
1º Força 12 – 6pp
2º Tereza – 9pp
3º Arretado – 12pp
 
Cruzeiro:
1º Carino – 3pp
2º Xamego – 6pp
3º Quival – 12pp
 
Fonte: SixComm Comunicação Social
 
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