Ministério do Esporte Lei de Incentivo ao Esporte promove o 28º Circuito Oceânico de Florianópolis
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Lei de Incentivo ao Esporte promove o 28º Circuito Oceânico de Florianópolis

Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina - raia de Jurerê. Foto: Gabriel HeusiCircuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina - raia de Jurerê. Foto: Gabriel Heusi
De 4 a 11 de fevereiro, a raia de Jurerê, em Florianópolis, foi o centro das atenções da vela brasileira, com o 28º Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina, promovido com recursos da Lei de Incentivo ao Esporte. Foram 30 embarcações confirmadas no evento, nas classes C30, ORC, RGS, HPE-25, IRC, Cruzeiro e Bico de Proa. Considerada uma das maiores competições de vela oceânica do país, o Circuito comprova sua qualidade atraindo velejadores olímpicos e campeões mundiais, como Jorge Zarif, André “Bochecha” Fonseca e Xandi Paradeda.
 
Com a classe mais competitiva de vela oceânica, a disputa entre os veleiros C30 teve importância ainda maior, pois a competição em Florianópolis valeu como abertura do Campeonato Brasileiro para a categoria e teve quatro barcos confirmados, entre eles o atual campeão nacional, Zeus Team, de Florianópolis. A tripulação da equipe catarinense contou com o entrosamento e o conhecimento da raia a seu favor, mesclando uma equipe com jovens atletas e velejadores mais experientes.
 
“O C30 é uma classe muito competitiva, em que a gente tem um ótimo entrosamento. Ano passado fomos campeões brasileiros em Ilhabela e vencemos a Regata Volta à Ilha. Estamos com uma equipe muito boa para correr o circuito e o nível promete ser bem alto, com caras como o Bochecha, Xandi e o Zarif na raia”, explica Alex Veren, atual campeão brasileiro de Laser Standard.
 
Ainda pela classe C30 competiram os catarinenses Katana e Corta Vento e o paulista Caballo Loco, que contou com o campeão mundial e medalhista pan-americano Alexandre Paradeda em sua tripulação. “Eu acabei de vir de um título brasileiro de Snipe, que é um barco totalmente diferente de um C30, e voltar à raia de Jurerê para competir aqui é um prazer enorme. Nossa tripulação é de alto nível e na hora que recebi o convite para integrar a equipe do Caballo Loco não pensei duas vezes”, comenta.
 
No entanto, não é somente na classe C30 que as disputas prometem ser emocionantes. Quarto colocado nos Jogos Olímpicos Rio 2016 e campeão mundial, Jorge Zarif chega ao Circuito Oceânico com moral elevado após o título na Copa do Mundo de Vela de Miami, na classe Finn. O carioca faz parte da tripulação do Ângela Star VIan>, campeão da edição de 2015 na classe ORC em Florianópolis.
 
Para essa edição, muitos são os concorrentes ao título. Um deles é o Pajero, de São Paulo, que conta com o reforço do velejador André Fonseca, o “Bochecha”. Competindo em casa, o catarinense, que já participou de três Olimpíadas e três edições de Volvo Ocean Race, prevê uma grande competição. “Nosso circuito é tradicional e sempre conta com um ótimo nível de competição. Nossa tripulação participou de um evento no Uruguai há algumas semanas e de lá o barco já subiu para Florianópolis”, comenta Bochecha.
 
Representando Santa Catarina, o Itajaí Sailing Team também chega como um dos fortes concorrentes na disputa pelo título. A equipe é comandada por Marcelo Gusmão, representante do Brasil nos Jogos Olímpicos de Atlanta 1996 na classe Soling e que hoje está à frente do projeto com a equipe de Itajaí.
 
“Nossas expectativas são muito boas. Fizemos diversas melhoras no barco e vamos iniciar o ano em uma nova classe. Nossa tripulação está muito bem preparada e durante todo o mês de janeiro trabalhamos bastante para deixar o barco nas melhores condições. Estamos prontos para competir de igual para igual com todos os barcos da flotilha”, explica Gusmão.
 
A programação do 28º Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina teve início com a Comissão de Regatas liderada pelo experiente Ricardo Navarro, Presidente da CR e chefe de arbitragem dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.
 
Fonte: ICSC
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