Ministério do Esporte Em sua quinta edição, Seminário Nacional de Torcidas Organizadas homenageia a Chapecoense
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Em sua quinta edição, Seminário Nacional de Torcidas Organizadas homenageia a Chapecoense

O 5º Seminário Nacional de Torcidas Organizadas, promovido pelo Ministério do Esporte em parceria com a Associação Nacional de Torcidas Organizadas (Anatorg), teve início neste sábado (10.12), no Rio de Janeiro, com homenagens às vítimas da queda do avião da Chapecoense. O encontro, que termina neste domingo (11.12), também debateu direitos e deveres das associações e o relacionamento com entidades públicas, principalmente com as forças de segurança.

Torcidas vestem a mesma camisa para homenagear a Chapecoense durante o seminário (Foto: Rafael Brais/ME)Torcidas vestem a mesma camisa para homenagear a Chapecoense durante o seminário (Foto: Rafael Brais/ME)

Além de torcedores de vários estados brasileiros, participaram do seminário o presidente da APFut (Autoridade Pública de Governança do Futebol), Luiz Mello; o diretor de competições da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj), Marcelo Vianna; o coordenador de Políticas Públicas de Juventude do Governo do Estado do Ceará, David Barros; e representantes do Instituto Nacional do Torcedor (INT).

 Os torcedores presentes ao auditório da Ferj, local do evento, puderam tratar de assuntos como segurança e organização para jogos, direitos de defesa e o estatuto do torcedor, projetos sociais e a participação das mulheres nas torcidas. O presidente da APFut, Luiz Mello, esteve pela primeira vez no seminário e elogiou o espaço de discussão, que, segundo ele, possibilita o compartilhamento de ideiais e  experiências. “Encontros como esses são muito interessantes pois reúnem várias torcidas com opiniões diferentes que, juntas, propõem soluções. Iniciativas como essas fazem com que o futebol possa alcançar todo o seu potencial”, disse Mello.

Em sua apresentação, Mello destacou a importância do Profut para o fortalecimento do futebol, que vai beneficiar todo o setor. “Tenho certeza que todos aqui querem o melhor para os seus clubes e a APFut pode auxiliar nesse novo momento do futebol brasileiro”, afirmou. “A fiscalização dos clubes que aderiram ao Profut vai criar uma nova gestão, mais transparente e democrática, e isso vai reverberar em todos os atores, inclusive nas torcidas”, completou.

Para o presidente da Anatorg, André Azevedo, a edição deste ano é um pouco diferente das outras já realizadas e privilegia a participação dos torcedores, que têm mais espaço para expor problemas e alinhar ações. “Optamos por centralizar as discussões mais com as torcidas e menos com os poderes públicos. Esse seminário é da torcida para a torcida. Vamos discutir ações para 2017”, detalhou. 

#ForçaChape

O evento prestou homenagens às vítimas da queda da aeronave da Chapecoense no final de novembro. Presente na plateia, o torcedor do time catarinense, Fernando Cásper, recebeu das mãos do vice-presidente da Anatorg, Flávio Martins, uma camiseta com a hashtag #forçachape. Nos telões foram exibidas imagens das manifestações de carinho de torcedores pelo Brasil e pelo mundo.

Em seguida, no centro do auditório, representantes das torcidas, todos com camisetas personalizadas, se reuniram e entoaram o já famoso “vamo, vamo Chapê”. “Tudo o que aconteceu nos últimos dias nos permitiu uma reflexão. Em 25 anos nessa área, nunca tinha visto um movimento como o que aconteceu para homenagear a Chapecoense. Foi uma mobilização mundial”, afirmou Martins, conhecido como Frajola.

Vindo de Chapecó e morador das proximidades da Arena Condá, Fernando Cásper é integrante da Torcida Jovem e acompanha os jogos da Chape desde menino. Ele relatou a sua relação com o time da sua cidade e o quão surpreso ficou com a homenagem que recebeu no seminário.

“Lá todo mundo se conhece, tem um clima familiar e eu sempre encontro os jogadores nas ruas, supermercado ou na praça brincando com os filhos”, comentou, referindo-se a Chapecó, município catarinense de cerca de 200 mil habitantes. “Não imaginava isso (a homenagem). Foi legal demais, uma emoção muito grande. Chorei pra caramba”, relatou.

Rafael Brais – Ascom/ME

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