Ministério do Esporte Cidade de Chapecó fará homenagem às vítimas do acidente aéreo no horário em que aconteceria a final da Sul-Americana
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Cidade de Chapecó fará homenagem às vítimas do acidente aéreo no horário em que aconteceria a final da Sul-Americana

O clima de comoção segue tomando conta de toda Chapecó. Em qualquer rua da cidade do interior catarinense é possível notar um sinal de luto pela morte das 71 pessoa, entre jogadores, comissão técnica da Chapecoense e profissionais de imprensa, após o acidente aéreo ocorrido nesta terça-feira (29.11). O avião que caiu levaria o grupo a Medelín, na Colômbia, para a disputa da final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional.

Seis passageiros sobreviveram: os jogadores Neto, Jackson Follmann e Alan Ruschel, o jornalista Rafael Henzel e os tripulantes Ximena Suárez e Erwin Tumiri.

As homenagens não pararam desde a madrugada em que a notícia se espalhou. Durante o tempo todo, a Arena Condá tem recebido torcedores, jornalistas, atletas, familiares e amigos que querem estar, de alguma maneira, em sintonia com o clube e aqueles que se foram.

Mais de 15 mil pessoas são aguardadas no estádio na noite desta quarta, no horário em que seria realizado o jogo contra o Atlético Nacional de Medelín, na Colômbia (21h45 de Brasília). 

A previsão é de que os corpos cheguem até sexta-feira para serem velados em Chapecó e depois encaminhados para as suas cidades de origem. A organização para o velório coletivo já está sendo feita e a diretoria está avaliando junto aos familiares o tempo em que cada caixão permanecerá no estádio para a última homenagem dos torcedores. 

Atletas que não foram relacionados para a viagem da Chapecoense passaram o dia no estádio. Foto: Valéria Barbarotto/ Ministério do EsporteAtletas que não foram relacionados para a viagem da Chapecoense passaram o dia no estádio. Foto: Valéria Barbarotto/ Ministério do Esporte

Companheiros de time em luto

“O momento é de muita dor e solidariedade. Perdi amigos que conheci aqui e também alguns que eu tinha amizade há mais tempo, como o Biteco e o Josimar”, diz o lateral Claudio Winck, que não foi relacionado para viajar com o grupo por opção do treinador Caio Junior, também falecido no acidente. 

Winck conta que estava em casa quando um amigo telefonou e deu a notícia do acidente. “Minha primeira reação foi vir para o estádio em busca de informações mais precisas e tentar ajudar de alguma forma. Eu tentei confortar as esposas, os filhos. É um momento muito triste e a gente tenta fazer tudo que pode para ajudar”.

Quanto ao futuro profissional, o atleta que tem contrato com a Chapecoense até o final de dezembro, prefere não se manifestar agora. “O momento é de luto e muita tristeza. O futuro eu vou definir mais pra frente”, finaliza o Winck.

Carinho e respeito das categorias de base

Na manhã desta quarta-feira (30.11), um grupo de jogadores da base se reuniu em uma sala da Arena Condá para orar pelas vítimas e oferecer um abraço de conforto aos amigos e familiares que estavam no local.

“É complicado pra gente que acompanhava o dia-a-dia aqui. Por muitas vezes treinamos com eles, nos espelhávamos neles. Isso acaba criando um laço entre nós. E ver essas famílias despedaçadas com o que aconteceu é muito triste. Por isso estamos aqui para tentar dar um mínimo de conforto aos familiares e demonstrar nosso carinho e respeito”, diz o jovem volante Ronei Gebing.

“Espero que a gente seja forte e trabalhe para que tudo continue. A Chapecoense vivia uma fase muito boa e de uma hora para outra isso se transforma em um momento de muita dor, mas vamos fazer todo o possível para reerguer essa equipe tão especial”, completa o atleta emocionado.

Ministério do Esporte oferece apoio à Chapecoense

O representante do Ministério do Esporte enviado a Chapecó, Paulo Márcio Dias Mello, se reuniu na manhã desta quarta-feira com o vice-presidente da Chapecoense, Ivan Tozzo, e outros membros da diretoria do clube para prestar a solidariedade em nome do ministro Leonardo Picciani e oferecer o apoio possível e necessário neste momento de profunda dor.

“Estar aqui e oferecer o nosso apoio é o mínimo que podemos fazer em um momento de tanto pesar. Estaremos prontos a atender todas as demandas cabíveis que nos forem solicitadas para tentar minimizar o sofrimento, não só da família das vítimas desse terrível desastre, mas também de toda a população brasileira que sente profundamente a perda de uma equipe que trouxe a todos nós a alegria de ver o nome de nosso país representado pelo que tem de melhor”, afirmou Paulo Márcio.

Valéria Barbarotto – Ascom
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