Ministério do Esporte A volta de Michael Jackson a uma Copa do Mundo de futebol feminino
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A volta de Michael Jackson a uma Copa do Mundo de futebol feminino

Foto: Rafael Brais/ MEFoto: Rafael Brais/ ME

Duas Copas do Mundo, uma edição de Jogos Olímpicos e 1574 gols. Esse breve resumo faz parte do extenso currículo de Mariléia dos Santos, mais conhecida por "Michael Jackson", atual coordenadora-geral de Futebol Profissional do Ministério do Esporte. Mesmo com toda essa trajetória, ela vive uma experiência nova ao ser a chefe pontual da delegação do Brasil durante a Copa do Mundo Feminina sub 17 na Jordânia, que vai até o dia 21 de outubro. E a ex-jogadora da seleção encara o desafio como sempre fez com as missões que enfrentou no universo do futebol feminino: “É a minha praia”, brincou.

Dentre as funções que assumiu ao aceitar o convite da CBF, Michael Jackson explica que uma chefe de delegação faz toda a parte social do grupo, como participar de encontros formais e atividades extracampo. “Ontem estive em um jantar com o príncipe e todos os chefes de delegação”, comentou. Ela também ajuda a coordenar as meninas do Brasil, passando sua vivência no futebol e tirando dúvidas sobre competições.

Michael Jackson, porém, deixa claro que não deixa de lado sua função como funcionária do Ministério do Esporte. “Eu falo dos projetos públicos para as meninas, dos pensamentos do Ministério, das ações propostas e da avaliação da base do futebol feminino no Brasil. É bem legal, pois eu posso transmitir o conhecimento sobre o governo para a FIFA, a Conmebol (Confederação Sul Americana de Futebol) e fazer essa integração com a CBF”, comentou.

Foto: Rafael Brais/ MEFoto: Rafael Brais/ MENos últimos anos, a ex-jogadora tem sido uma das grandes expoentes do futebol feminino no Brasil. Para ela, o Ministério do Esporte mudou a realidade da modalidade no país. “Nós promovemos a Copa Brasil Escolar, a Copa Universitária, o Brasileiro, que estava parado e voltou com o patrocínio da Caixa e pela articulação do Ministério. Fizemos também campeonato de futsal feminino que contou com a participação de todas as unidades da federação”, detalhou. “Isso sem contar a Bolsa-Atleta, que faz uma diferença enorme para elas”, completou.

Com o gabarito que carrega após 12 anos de carreira defendendo a camisa verde e amarelo, Michael também analisou a qualidade da seleção brasileira e salientou que o Brasil continua produzindo grandes jogadoras de futebol. “Temos meninas aqui com o talento que só as brasileiras têm. No futuro, muitas delas estarão jogando fora do país”, comentou, se referindo ao fortalecido mercado da bola existente no mundo.

Mesmo sendo o primeiro grande torneio para as jogadoras brasileiras, Michael acredita que a equipe está preparada para ir longe no Mundial. “A seleção está preparada. O futebol se ganha dentro das quatro linhas e competência elas têm para fazer uma boa Copa”, afirmou.

Referência

Várias meninas convocadas para a seleção cresceram tendo como referências Marta, Formiga e Cristiane. De acordo com Michael, esse é um fator importante para o surgimento de novas jogadoras. "Elas também vão querer alcançar esse sucesso. No futuro, elas poderão ser exemplo para as novas meninas que surgirão no futebol brasileiro", antecipou.

Michael ao lado do técnico Luizão da seleção sub 17. (Foto: Rafael Brais/ ME)Michael ao lado do técnico Luizão da seleção sub 17. (Foto: Rafael Brais/ ME)

Para o técnico da seleção brasileira, ter um exemplo para seguir é essencial para as jogadoras. Por isso, Luizão deu grande destaque para a presença de Michael Jackson na delegação brasileira e para os ensinamentos passados por ela para as meninas de 16 e 17 anos que compõem o elenco.  “Ela é referência e é muito importante ela estar aqui, conversando diariamente com as atletas, mostrando toda sua experiência que viveu na seleção, futebol”, explicou. “E pra elas, essa vivência vai trazer muitos frutos”.

Rafael Brais, de Amã (Jordânia)

Ascom - Ministério do Esporte

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