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Jogos Rio 2016 são encerrados com aprovação do público e dos setores federais

André Motta/Brasil2016.gov.brAndré Motta/Brasil2016.gov.br
Ao longo dos meses de agosto e setembro, a torcida lotou as arenas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. A experiência de visita à capital fluminense, contudo, não deve acabar com o término das competições. Segundo o Ministério do Turismo, em pesquisa realizada entre os últimos dias 8 e 13 deste mês, quase 60% dos turistas internacionais estavam no Brasil pela primeira vez. A enquete apontou que  90,5% dos entrevistados têm intenção de voltar ao país e que para 87,8% a viagem atendeu ou superou as expectativas.
 
No período pesquisado, a realização dos Jogos Paralímpicos foi o motivo da viagem para 54,1% dos ouvidos. Assim como verificado nas Olimpíadas, os Estados Unidos continuaram como principal emissor de turistas (18,2%). Em seguida apareceram Espanha (15,5%), Argentina (6,1%), França (6,1%) e Alemanha (5,4%).
 
“Os números positivos comprovam o grande êxito dos Jogos. Se antes da competição já acreditávamos que o turismo seria o grande legado para o país, agora temos a convicção de que os bons resultados obtidos nesse período apresentaram para o mundo as belezas naturais e a incrível riqueza cultural que fazem do Brasil um excelente destino. Ficou claro, também, que estamos cada vez mais preparados para atender nossos turistas, que apontam a hospitalidade como principal destaque na avaliação”, afirmou o ministro interino do Turismo, Alberto Alves. 
 
Segundo a pasta, os visitantes ficaram, em média, por 10,8 noites e gastaram cerca de US$ 87,86 por dia. Entre os serviços mais bem avaliados estão: restaurantes (98,5%), gastronomia (97,1%), alojamento (96%) e diversão noturna (95,7%). Já em relação à competição, os itens mais bem avaliados foram: preços dos ingressos (95,3%), organização geral (93%) e infraestrutura (85,9%).
 
Os estrangeiros aproveitaram a passagem pela cidade-sede dos Jogos para conhecer também outros 33 destinos brasileiros, ampliando a experiência no país. Mais uma vez, a política de isenção de vistos para americanos, japoneses, australianos e canadenses se mostrou eficaz e 56,5% dos entrevistados afirmaram ter feito uso da dispensa. De acordo com 82,6% dos entrevistados, a manutenção da iniciativa, que encerra em 18 de setembro, facilitaria o retorno ao país. 
 
Demanda doméstica
Entre os turistas brasileiros, a pesquisa constatou que 43,2% viajaram ao Rio de Janeiro motivados pelos Jogos e que 22,6% jamais tinham visitado a capital fluminense. A maioria dos visitantes brasileiros veio da região Sudeste (60,9%), seguido do Sul (16%), Nordeste (12%), Centro-Oeste (8,1%) e Norte (3%).
 
Ainda segundo o estudo, os brasileiros ficaram, em média, 6,7 noites, com gasto diário de R$ 278,08. Durante o período, 82,6% dos turistas afirmaram ter feito alguma atividade turística durante a competição, como praias, museus e centros de compra. Além disso, 17,5% afirmaram ter realizado algum tipo de atividade turística em cidades próximas, como Petrópolis, Búzios, Cabo Frio, entre outros. Para 99% dos brasileiros a viagem atendeu ou superou as expectativas e 95,5% afirmaram ter a intenção de voltar ao Rio de Janeiro.
 
André Motta/Brasil2016.gov.brAndré Motta/Brasil2016.gov.brCasa Brasil
Outro sucesso de público foi a Casa Brasil. Os dois galpões montados no Boulevard Olímpico receberam, ao longo de 45 dias, 558,2 mil pessoas, que puderam conhecer mais da cultura e da diversidade do país. No domingo passado (18.09), último dia de funcionamento do espaço, a Casa Brasil teve o recorde de público com 31.833 visitantes. A marca superou a expectativa da organização, que esperava receber em média 10 mil visitantes por dia durante a semana e 15 mil em fins de semana e feriados. 
 
Segundo levantamento do Ministério do Turismo, 99% dos visitantes avaliaram o local como ótimo ou bom. O tempo médio de permanência foi entre uma e três horas para 68,3% do público. O estudo também mostrou que que 78% dos visitantes da Casa Brasil eram moradores do Rio de Janeiro, 20% turistas de outros estados brasileiros, e 2% de outros países, com destaque para Espanha, Argentina, Estados Unidos, Bolívia e França. Na avaliação de 49% dos visitantes, a Casa Brasil foi o melhor espaço de exposições entre as casas temáticas abertas ao público no período. 
 
Forças Armadas
Em relação à Defesa durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, o ministro Raul Jungmann ressaltou a atuação das Forças Armadas. "Meses atrás, fizemos uma promessa de que teríamos Jogos em paz e com tranquilidade. Hoje eu quero dizer que contribuímos, com outras agências, para a segurança dos Jogos. Temos o reconhecimento do mundo inteiro", afirmou.
 
"Chegamos ao final de um ciclo de grandes eventos, desde 2007, todos eles realizados a contento. O Brasil e o Rio de Janeiro comprovam sua vocação  e capacidade de realização de grandes eventos com sucesso", declarou Jungmann, destacando ainda a conquista de 13 medalhas olímpicas por parte de atletas militares e as melhorias realizadas nos centros de treinamentos das Forças Armadas, que receberam  delegações estrangeiras.
 
Em 58 dias de atividades de defesa para a segurança dos Jogos Rio 2016, 23 mil militares da Marinha, Exército e Aeronáutica foram empregados. Em todo o Brasil, nas cinco cidades do futebol, 43 mil homens e mulheres atuaram nos Jogos. O esforço contou no país com monitoramento, vigilância e proteção de 139 estruturas estratégicas. Na cidade do Rio, as Forças Armadas garantiram proteção de 73 estruturas estratégicas.
 
Foram realizadas, no Rio de Janeiro, 12.300 patrulhas marítimas, a pé, a cavalo, motorizadas, e com blindados. No total, foram utilizados 26 navios, 3.083 viaturas, 109 blindados, 51 helicópteros, 81 embarcações, 80 aeronaves e 370 motocicletas. Sobre o trabalho do Comando Conjunto de Prevenção e Combate ao Terrorismo, o ministro ressaltou que não foi negligenciada uma única suspeita. No Rio de Janeiro, foram registradas 49 ocorrências, porém sem nenhuma tentativa ou ameaça real de ataque terrorista.
 
Na defesa aeroespacial, a Força Aérea realizou 35 missões de interceptação, oito de interrogação e quatro com ocorrências de alteração de rota. Antes mesmo da realização dos Jogos, o Exército realizou diversas operações de fiscalização de explosivos e produtos correlatos. A maioria das ocorrências era de inconsistência no transporte e documentações dos produtos. Foram aprendidos 46 toneladas de explosivos, 20,5 toneladas de nitrato de amônia, 21.500 unidades de espoletas e 147 mil metros de cordel.
 
Para o ministro, o legado dos Jogos abrange ainda uma maior integração entre os órgãos de segurança pública e as Forças Armadas. Jungmann ainda anunciou um programa desportivo de integração de militares portadores de deficiência, batizado de João do Pulo. 
 
Foto: Felipe Barra/MDFoto: Felipe Barra/MDJovem Aprendiz
Quem também teve bastante trabalho durante os Jogos foram os 455 jovens participantes do Projeto Jovem Aprendiz do Desporto (Jade). Atuando em áreas de apoio, eles foram divididos em três segmentos: organização de eventos esportivos, contribuindo também com o setor de logística; auxiliar de práticas esportivas, que incluiu a preparação de quadras; e auxiliar de administração esportiva, em que aprenderam na prática o funcionamento da maior competição do mundo. Para os Jogos Paralímpicos, os aprendizes também receberam treinamento para trabalharem com pessoas com deficiência. 
 
Rio de Janeiro
A cidade-sede das competições, naturalmente, foi a mais impactada com a realização dos Jogos. Segundo a Prefeitura do Rio de Janeiro, a cidade recebeu 243 mil turistas durante os as Paralimpíadas. O recorde de público no Parque Olímpico foi registrado no dia 10 de setembro, quando 172 mil pessoas passaram pelo local. Entre os dias 7 e 18 de setembro, os Boulevares Olímpicos do Porto e de Campo Grande receberam, juntos, 950 mil pessoas. Ao todo, a renda gerada durante o evento foi de R$ 410 milhões.
 
Durante os Jogos Paralímpicos, foram realizados 3.493 atendimentos nos postos de saúde, sendo 860 de estrangeiros, e o transporte de 8,138 milhões passageiros no BRT, com o recorde de 868 mil pessoas transportadas no dia 9 de setembro. Já o metrô registrou a presença de 8,2 milhões de passageiros nas linhas 1, 2 e 4 entre os dias 5 e 18 de setembro. As Paralimpíadas venderam 2,1 milhões de ingressos.
 
Fonte: Ministério do Turismo, Ministério da Defesa, Ministério do Trabalho e Prefeitura do Rio
Ascom - Ministério do Esporte
 
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