Ministério do Esporte Futuro do esporte paralímpico em discussão na Casa Brasil
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Futuro do esporte paralímpico em discussão na Casa Brasil

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A Casa Brasil promoveu na tarde de quarta (14) o seminário Projeto Referências – Desafios para o esporte paralímpico, com a presença de especialistas, atletas e autoridades. Andrew Parsons, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e vice-presidente do Comitê Paralímpico Internacional, fez uma palestra sobre a gestão do esporte paralímpico e falou sobre a importância do evento.
 
"É a segunda vez que venho à Casa Brasil para eventos de naturezas diferentes. Acho que é uma grande oportunidade de reunir diversos organismos do governo federal para tratar de assuntos que dizem respeito ou à pessoa com deficiência ou ao atleta paralímpico. Hoje estamos falando mais de esporte. É importante pensar para onde vai o esporte paralímpico no Brasil, qual o caminho a seguir", disse o presidente do CPB.
 
Uma das pessoas citadas por Parsons foi Luiz Cláudio Pereira, quarto atleta brasileiro com mais medalhas nos Jogos Paralímpicos, que também participou do seminário. "Estou muito feliz de que haja um projeto como o Referências, porque a palavra-chave é essa. Se não tiver referência, você nunca saberá para onde está indo. Hoje, a gente que vê que é preciso ter trabalhos acadêmicos, pensadores para refletir sobre o assunto. O esporte paralímpico ousou achar que ficaria em quinto lugar, porém, o mais difícil é manter esse resultado. Conseguiremos manter com um seminário como esse, onde a gente discute e transforma", ressaltou o ex-atleta.
 
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Luiz Lima, secretário nacional de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, explicou que o Projeto Referências é fundamental para que se possa conhecer melhor o atleta paralímpico, regiões do Brasil, áreas de atuação e onde se deve focar mais para aprimorar o esporte. "Os dados complementam nossas ações. As ações precisam ser mapeadas, para trabalharmos com mais qualidade", frisou.
 
Já o coordenador do Projeto Referências, Alberto Reinaldo Reppold Filho, falou sobre a importância de pensar o esporte paralímpico no mundo globalizado. "Na minha palestra, eu abordo basicamente a formação de profissionais para o esporte paralímpico, que é um gargalo, porque até bem pouco tempo, não havia profissionais específicos para o esporte paralímpico. Hoje, já existe uma demanda muito grande", explica.
 
Outro tema tratado por Reppold Filho foi a transição de carreira. "Dar capacitação para os atletas para que eles possam continuar exercendo a cidadania é uma preocupação do Comitê Paralímpico Brasileiro", completou o coordenador.
 
Fonte: Equipe Casa Brasil
Ascom – Ministério do Esporte
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