Ministério do Esporte Seleção masculina de vôlei sentado se prepara para a estreia contra os EUA
Ir para conteúdo 1 Ir para menu 2 Ir para a busca 3 Ir para o rodapé 4 Página Inicial Mapa do Site Ouvidoria Acessibilidade MAPA DO SITE ALTO CONTRASTE ACESSIBILIDADE
Ministério do
Esporte

 
Conheça os principais programas e ações do Ministério do Esporte.
Videorreportagens, textos e fotos mostram como os projetos são colocados em prática e os resultados alcançados em todo o país.

Informações: (61) 3217-1875E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

                          

Seleção masculina de vôlei sentado se prepara para a estreia contra os EUA

O feriado de 7 de setembro foi sinônimo de muito trabalho para a seleção brasileira masculina de vôlei sentado, que treinou nesta manhã no Marina Barra Clube, na zona oeste do Rio de Janeiro. Na sexta-feira (09.09) o Brasil faz sua estreia na Paralimpíada contra os Estados Unidos, no Pavilhão 6 do Riocentro, a partir das 10h. Os compromissos seguintes do Brasil na fase de grupos serão diante das equipes do Egito e da Alemanha. 
 
Equipe brasileira treina na Barra da Tijuca para a estreia nos Jogos Paralímpicos do Rio. (Foto: Danilo Borges/Brasil2016.gov.br)Equipe brasileira treina na Barra da Tijuca para a estreia nos Jogos Paralímpicos do Rio. (Foto: Danilo Borges/Brasil2016.gov.br)
 
“É o jogo de estreia, tem toda aquela ansiedade, mas acredito na atmosfera a nosso favor, assim como foi no Parapan de 2007, quando a seleção americana era favorita na final e a gente conseguiu, com o apoio da torcida, virar o jogo e ganhar o ouro. Então eu quero muito, mais uma vez, contar com esse calor do torcedor que é tão importante para o nosso grupo”, diz Renato Leite, jogador de vôlei sentado desde 2002, quando a modalidade passou a ser praticada no Brasil. 
 
O sonho da seleção é unânime: a medalha de ouro. Mas a primeira meta, segundo o levantador, é disputar jogo a jogo como se fosse o único. “Nosso time está em uma evolução grande. É uma equipe alta e estamos conseguindo equilibrar a linha de passe. Sabemos que o ouro é palpável, mas o nosso foco é jogo após jogo e chegar a uma primeira semifinal da história da modalidade e, assim, vamos brigando pelo pote de ouro, o metal mais precioso que existe”, completa o atleta de 34 anos, com mais de 400 jogos pela seleção.
 
A atividade da equipe comandada pelo treinador Fernando Guimarães teve início às 9h no clube da Barra da Tijuca e se estendeu até as 11h. “A base desse grupo está treinando junta desde 2013. Tivemos uma série de conquistas importantes durante o ciclo e tudo faz parte da nossa busca pelo melhor desempenho. Sabemos o que queremos e sabemos que todas as equipes querem a mesma coisa, então temos que treinar com muito foco para alcançarmos o melhor resultado possível”, explica o técnico, ressaltando que o trabalho em dois períodos é uma necessidade para quem quer chegar longe, sobretudo às vésperas da competição. 
 
“O meu time, modéstia à parte, é espetacular. O protocolo prevê 1h30 de treinamento por dia, mas entendemos que é fundamental ter mais um período porque o nosso trabalho normalmente funciona assim, então treinar só em um horário seria como dar um passo para trás”, explica Fernando Guimarães, acrescentando, ainda, a importância de atividades complementares, além do treino com bola, ao longo de toda a preparação. “Também trabalhamos bastante com a parte tática, psicológica, teórica, essa coisa de assistir vídeo para fazer leitura de jogo, estudar, enfim. Procurei desde o início mostrar que esses fundamentos teóricos são deveres reais do atleta de alto rendimento e fundamentais para o resultado prático a ser alcançado”, comenta Guimarães.
 
Excepcionalmente hoje, o time teve trabalho físico apenas pela manhã, já que ao final do dia atletas e comissão técnica teriam um compromisso agendado e aguardado com ansiedade: a cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos, a partir das 18h15, no Maracanã. “Vai ser uma cerimônia muito legal e emocionante. Estamos ansiosos para saber quem vai participar porque até agora está tudo pela surpresa. Aí fica uma curiosidade, mas tenho certeza de que será inesquecível. É a oportunidade de mostrarmos a nossa cultura ao mundo, tal qual fizemos na Olimpíada, e também de enfatizar a importância do movimento paralímpico, do qual tenho o maior orgulho de fazer parte e levantar a bandeira”, finaliza o veterano Renato Leite.  
 
Valéria Barbarotto, brasil2016.gov.br
Ascom -Ministério do Esporte
Desenvolvido com o CMS de código aberto Joomla