Ministério do Esporte Brasil sonha em duplicar ou até triplicar as medalhas no tênis de mesa
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Brasil sonha em duplicar ou até triplicar as medalhas no tênis de mesa

Marcio Rodrigues/CPBMarcio Rodrigues/CPB
Na história do esporte brasileiro em Jogos Paralímpicos, o tênis de mesa é uma das 12 modalidades na qual o país viu atletas subirem ao pódio – as outras são atletismo, bocha, hipismo, futebol de 5, futebol de 7, goalball, judô, Lawn bowls, remo, natação e esgrima em cadeira de rodas. Do total, cinco esportes, entre eles o tênis de mesa, conquistaram até aqui apenas uma medalha (goalball, lawn bowls, remo, esgrima em cadeira de rodas completam a lista). Mas essa é uma escrita que os mesatenistas do Brasil esperam mudar nas Paralimpíadas do Rio.
 
Foi na edição de 2008, em Pequim, que Welder Knaf e Luiz Algacir conquistaram, na competição por equipe da classe 3 masculina, a prata que até hoje se mantém como a única do país na modalidade. Agora, competindo em casa, os planos são duplicar ou até triplicar esse número, como explica Luciano Possamai, coordenador-técnico da delegação nacional, que terá 17 atletas na luta por pódios no Rio.
 
“O investimento que a modalidade teve neste ciclo paralímpico, com projetos do Ministério do Esporte, a Lei de Incentivo e outros mecanismos, foi determinante para que pudéssemos ter essa meta”, destaca Luciano. “Pudemos ter uma equipe permanente, intercâmbios, os atletas disputaram mais competições internacionais e pudemos contar com equipes técnicas maiores e multidisciplinares. Tudo isso nos permitiu uma preparação como nunca tivemos. Sabemos das dificuldades (para chegarmos ao pódio), mas em termos de preparação foi a melhor do Brasil para uma Paralimpíada”, ressalta.
 
Aos 21 anos e número 3 do ranking mundial, a paulista Bruna Alexandre é uma das esperanças de medalha para o Brasil. Em sua segunda participação nos Jogos, ela disputará a classe 10 no individual e a classe 6-10 por equipe, ao lado de Daniele Rauen e Jennyfer Parinos, onde o país também tem chance de pódio.
 
“A gente trabalhou bastante esses quatro anos e treinamos bastante. Isso faz toda diferença. Eu acredito muito que todo o esforço é recompensado. Não só eu, mas toda a equipe e toda a delegação brasileira têm todas as condições de ir bem nessas Paralimpíadas”, diz Bruna. Para ela, a meta de duas ou três medalhas não é irreal. “Acredito que é possível. A gente jogando em casa ajuda bastante e quem sabe não conseguimos até mais, né?”.
 
Fernando Maia/MPIX/CPBFernando Maia/MPIX/CPB
 
Aos 35 anos e com a experiência de quem já tem uma medalha dos Jogos Paralimpícos no currículo, o paranaense Welder Knaf compartilha o otimismo de Bruna quando o assunto são as metas do Brasil. Ele conta que muita coisa mudou do ciclo de Pequim para este e, por isso, confia que o país tem tudo para ir bem.
 
“Todo mundo teve uma oportunidade bem melhor, com recursos não só financeiros, mas humanos e estruturais”, elogia. “Acredito que o resultado deva aparecer aqui”, continua o mesatenista, que aponta quem são os mais cotados para chegar a uma medalha no Rio. “Particularmente, acho que a Bruna leva uma e a Cátia Oliveira (paulista de 25 anos, da classe 2) também. E talvez a gente possa brigar por um bronze por equipe”, diz Welder, referindo-se ao time formado por ele e pelo cearense David Freitas na classe 3.
 
As competições do tênis de mesa começam na quinta-feira (8.9), no Pavilhão 3 do Riocentro. No primeiro dia de disputa da modalidade, 19 jogos terão brasileiros em ação. A rodada para os atletas do país começa às 9h40, quando os três primeiros mesatenistas da casa se apresentam, entre eles Welder Knaf, que estreia contra o sueco Victor Sjoqvist. Bruna Alexandre joga sua primeira partida às 16h, contra a australiana Andrea McDonnell. Os últimos jogos de quinta-feira com brasileiros estão marcados para às 21h20.
 
Luiz Roberto Magalhães, brasil2016.gov.br
Ascom - Ministério do Esporte
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