Ministério do Esporte Celebração ao movimento paralímpico encerra o revezamento da Tocha na capital
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Celebração ao movimento paralímpico encerra o revezamento da Tocha na capital

No início da noite desta quinta-feira (1.9), o movimento paralímpico foi celebrado no estacionamento 12 do Parque Cidade em um evento marcado por shows e muita emoção e que encerrou o revezamento da Tocha Paralímpica na capital.

De Brasília, o fogo seguirá para Belém (PA), Natal (RN), São Paulo (SP) e Joinville (SC) antes de chegar ao Rio de Janeiro para a cerimônia de abertura dos Jogos, no Maracanã. Em cada uma dessas cidades a chama representará um valor paralímpico. Na capital, o destaque foi para a igualdade. Belém ressaltará a determinação; Natal, a inspiração; São Paulo, a transformação e Joinville, a coragem. O valor para o Rio de Janeiro é paixão.

rofessor de engenharia biomédica na Universidade de Brasília, Antônio Padilha foi o último condutor da Tocha Paralímpica na capital. Foto:brasil2016.gov.brrofessor de engenharia biomédica na Universidade de Brasília, Antônio Padilha foi o último condutor da Tocha Paralímpica na capital. Foto:brasil2016.gov.br

O revezamento em Brasília foi realizado em dois “períodos”, um pela manhã e outro à tarde. O evento começou às 10h, no Parque da Cidade, onde a primeira tocha foi acesa pelo professor de educação física Ulisses de Araújo. A chama, então, foi passada para o atleta paralímpico Cláudio Irineu da Silva, que abriu o percurso do fogo pela cidade.

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Ainda pela manhã, a Tocha passou pelo Parque das Garças e pelo Hospital Sarah Kubitschek – referência internacional em pesquisas avançadas e tratamentos na área de reabilitação –, onde foi recebida com muita festa por funcionários e pacientes.

Depois de uma pausa para o almoço dos profissionais da comitiva, a Tocha Paralímpica retomou o revezamento no período da tarde, chegando por volta das 14h ao Instituto Cultural, Educacional e Profissionalizante de Pessoas com Deficiência (ICEP), onde o revezamento foi retomado.

O ICEP luta pela melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência, por meio de ações de inclusão social e resgate da cidadania com ênfase na formação educacional, profissional e inserção no mercado de trabalho. O instituto ainda desenvolve projetos como oficinas adaptadas pra fabricação de cadeira de rodas e também mantém equipes esportivas.

Depois das atividades pela manhã, o revezamento foi retomado à tarde e recomeçou no Instituto Cultural, Educacional e Profissionalizante de Pessoas com Deficiência ICEP, onde a Tocha Paralímpica foi conduzida pelo presidente do ICEP, Sueide Moreira, e pelo jornalista Kaique Moreira. Fotos: Rodrigo Vasconcelos/brasil2016.gov.brDepois das atividades pela manhã, o revezamento foi retomado à tarde e recomeçou no Instituto Cultural, Educacional e Profissionalizante de Pessoas com Deficiência ICEP, onde a Tocha Paralímpica foi conduzida pelo presidente do ICEP, Sueide Moreira, e pelo jornalista Kaique Moreira. Fotos: Rodrigo Vasconcelos/brasil2016.gov.br

Presidente do ICEP, Sueide Moreira foi o primeiro a conduzir a tocha no local e disse que se sentiu honrado. “É um reconhecimento do trabalho pra promover a igualdade aqui no ICEP”, destacou. Sueide, então, passou o fogo paralímpico para o jornalista Kaique Moreira, que compartilhou o momento com a equipe de basquete do ICEP e com o pequeno Arthur, de 5 anos. Kaique ainda prestou uma homenageou ao avô, que gostava de esportes e tinha mobilidade reduzida.

Do ICEP, a chama seguiu para a Associação de Centro de Treinamento de Educação Física Especial (Cetefe), localizada na Escola Nacional de Administração Pública (Enap), onde o servidor da Coordenação-Geral de Orçamento, Finanças e Contabilidade do Enap, João Gualberto, foi o primeiro a conduzir a Tocha no local. O Cetefe presta serviços gratuitos, contínuos e planejados às pessoas com deficiência e seu Núcleo Familiar domiciliadas no Distrito Federal e na Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal.

João Gualberto passou o fogo para Jaime de Almeida, atleta da natação paralímpica da Cetefe, que depois de conduzir a chama a passou para Maria Fernanda, praticante de tênis em cadeira de rodas e que um dia sonha em disputar as Paralimpíadas. Por fim, o presidente da Cetefe, Rômulo Soares, que também é atleta e pratica badminton, encerrou as atividades do revezamento no local.

“É um dos momentos mais maravilhosos que eu já vivi poder segurar a chama paralímpica por alguns segundos”, disse Rômulo, emocionado. “Ser o único no planeta fazendo isso naquele momento é indescritível e para o paradesporto isso tem uma importância muito grande”, concluiu.

Enquanto a Tocha ainda circulava pelo Cetefe, a expectativa aumentava no Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais, na Asa Sul, onde os alunos, mesmo antes da chegada da chama, já cantavam o Hino Nacional de forma entusiasmada para homenagear o evento.

A alegria aumentou quando o fogo paralímpico finalmente chegou ao local, por volta das 15h30, onde foi recebido com muita festa. Lá, várias crianças com problemas de visão puderam segurar e sentir a Tocha, que tem inscrições em braile, em um dos momentos mais emocionantes do revezamento na capital.

No Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais, a Tocha, após passar pelas mãos dos alunos, foi levada por três condutores que ressaltaram a importância dos valores paralimpicos. O símbolo dos Jogos foi conduzido por Luiz Romão Paris, Kátia Aparecida e Glaci Silva, que foi a última a caminhar com a chama no local.

Praticante de goalball, Kátia Aparecida, de 21 anos, deu um belo depoimento sobre o que sentiu por ter sido escolhida como condutora da Tocha: “É uma emoção muito grande participar desse momento. Ainda não inventaram as palavras para descrever tanta emoção que estou sentindo”.


No Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais, os alunos se emocionaram com o contato que tiveram com a Tocha Paralímpica. Fotos: Breno Barros/brasil2016.gov.brNo Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais, os alunos se emocionaram com o contato que tiveram com a Tocha Paralímpica. Fotos: Breno Barros/brasil2016.gov.br

Após percorrer o Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais, a Tocha retornou para o Parque da Cidade para a última parte do revezamento na capital, justamente a mais longa. Lá, coube ao empresário da cidade Carlos Rocha a honra de ser o primeiro condutor no trajeto de 10 quilômetros que fechou o evento. “Acho que temos que destacar a questão da igualdade e para mim é uma emoção representar meu país nesse momento”, disse Carlos.

O jogador de futebol Dimba foi um dos que conduziu a Tocha no Parque da Cidade. Antes de caminhar com a chama, ele fez um pedido: “Nada melhor do que estar participando aqui desse evento. Convido a todos para que prestigiem todos os jogos e todas as competições das Paralimpíadas Rio 2016”.

Em dos momentos “radicais” do revezamento, a chama foi conduzida de kart e sob aplausos quando passou pelo Kartódromo do Parque e depois passou em frente ao Nicolândia, que ganhou um novo brilho entre tantos que iluminam o lugar.

Finalmente, perto das 19h, a Pira Paralímpica foi acesa no palco montado no estacionamento 12 do Parque da Cidade por Antônio Padilha, que desenvolve tecnologias para pessoas com deficiências motoras. Com isso, ele encerrou o revezamento da Tocha na capital.

Ex-triatleta e hoje professor de engenharia biomédica na Universidade de Brasília, Antônio Padilha trabalha no desenvolvimento de tecnologias para pessoas com deficiências motoras, como próteses robóticas e bicicletas assistidas por estimulação elétrica neuromuscular. “Foi muito mais do que esperava. Uma emoção e honra grandes poder representar um grupo de brasileiros que busca dar melhores condições de vida aos deficientes”, afirmou Padilha.

Shows
O revezamento da Tocha Paralímpica no Parque da Cidade foi marcado, além da emoção dos condutores, por muita música de qualidade. Antes mesmo da chama chegar ao estacionamento 12 para a celebração ao movimento paralímpico e o acendimento da Pira, diversas atrações agitaram o palco montado no lugar com música de qualidade. O maestro João Carlos Martins e o grupo Patubatê, por exemplo, animaram o público com músicas de Villa Lobos e Carlinhos Brown.

Rodrigo Vasconcelos, João Paulo Machado, Breno Barros, Mateus Baeta, Gabriel Fialho e Luiz Roberto Magalhães – brasil2016.gov.br
Ascom - Ministério do Esporte

 
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