Ministério do Esporte Atletas do Brasil - Tem gente que faz de tudo para levar a nossa bandeira lá pra cima do pódio
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Conheça os principais programas e ações do Ministério do Esporte.
Videorreportagens e áudios mostram como os projetos são colocados em prática e os resultados alcançados em todo o país.

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Atletas do Brasil - Tem gente que faz de tudo para levar a nossa bandeira lá pra cima do pódio

Atletas do Brasil

Tem gente que faz de tudo para levar a nossa bandeira lá pra cima do pódio. Ouça matérias com os nossos medalhistas patrocinados pelo Bolsa Atleta. São exemplos de superação e garra.

 

Ágatha Bednarczuk

 

Ela ganhou umas das medalhas mais importantes para o Brasil nos jogos olímpicos Rio 2016.Ágatha Bednarczuk faturou a prata no vôlei de praia junto com a parceira Barbara Seixas.Natural do Paraná, a atleta recebeo Bolsa Pódio, um patrocínio do Ministério do Esporte. Para Agatha, o dinheiro faz toda a diferença para quem compete em grandes torneios.

O atleta ele não consegue se construir, ele não consegue ir para lugar nenhum , obter qualquer tipo de resultado se ele não tiver uma estrutura, tem que ter o mínimo de estrutura e o Bolsa Pódio, ele facilita isso. Ele ajuda o atleta a conseguir pagar seus profissionais, ajuda nas viagens, ajuda numa suplementação melhor. Eu já tenho há algum tempo e eu posso afirmar com certeza que eu tenho mais tranquilidade pra treinar fazendo parte deste programa do Ministério.”    

Para a medalhista, o maior legado das olimpíadas foi o interesse dos jovens pelo esporte.  Ela conta como sentiu isso na pele

Eu tenho um projeto social no Paraná e depois que eu tive meu primeiro jogo dentro da olimpíada eu tive turmas que dobraram o número de participantes e o legal de tudo isso é que as duplas continuaram, os jogos passaram, acabou final de agosto já tinha tudo terminado e as crianças continuaram no projeto. Então você vê que foi um legado importantíssimo, porque não foi uma coisa de momento.Realmente você vê que já é uma mudança que veio para ficar mesmo.

 

Talita Antunes da Rocha

 Talita Antunes da Rocha 34 anos.Estrela do vôlei de praia feminino faz dupla com Larissa, veterana do esporte. Nasceu em Aquidauana, no estado sul mato-grossense onde começou no vôlei de quadra.Mas foi nas praias de Maceió, capital alagoana,que Talita começou no vôlei de praia.A atleta conta como foi a trajetória no esporte.

Comecei a jogar vôlei lá em Aquidauana, aí peguei seleção do Mato Grosso do Sul, muita influência do meu tio que é técnico. Então o esporte ele sempre esteve presente na minha família e aí com 16 anos eu fui para Maceió lá que eu comecei a jogar vôlei de praia, e de lá que eu fui me profissionalizando foi quando eu passei a jogar só vôlei de praia.

Hoje Talita mora no Rio de Janeiro, onde treina para as próximas competições.A atleta recebe o Bolsa Pódio, um patrocínio do Ministério do Esporte. Para ela o dinheiro é importante e o programa tem gerado resultados.

“Durante a nossa preparação para a olimpíada a gente recebeu o Bolsa Pódio e foi fundamental. Sem esse apoio do Governo, sem esse apoio financeiro, esse aporte seria difícil preparação, no alto rendimentoque faz muita diferença você ter um apoio, você ter um patrocinador, você conseguir ter em mãos os melhores profissionais, ter uma estrutura muito boa e tudo isso foi possível com essa ajuda, até espero que continue para um próximo ciclo, porque mostrou como faz a diferença mesmo.

Talita e Larissa lutaram até a disputa do bronze na Rio 2016, onde perderam para as americanas April Ross e KerriWalsh.Em 2017, a dupla entrou embalada conquistando o Campeonato Brasileiro de Vôlei de Praia em Maceió, nas mesmas areias onde tudo começou para Talita. 

 

Isabela Campos

Ela conquistou o bronze nos jogos paralímpicos no Rio em 2016. Isabela Campos, que perdeu a visão aos seis anos de idade, hoje é um dos destaques do atletismo paralímpico nacional. A atleta faturou a medalha no arremesso de peso, mas também compete no lançamento de dardos. Isabela recebe o Bolsa Atleta, um patrocínio do Ministério do Esporte que segundo ela é primordial.

“É o único ganho que eu tenho, então ele me proporcionou a abrir mão de trabalho para me dedicar só ao esporte, foi isso que deu um up na minha vida profissional no esporte. Com essa bolsa dá para manter os meus materiais, alimentação dá uma ajuda ao meu professor e tranquilidade pra mim ter a cabeça centrada somente no treino.” 

O treinador Ivan Bertelli diz que Isabela é focada e já saiu da Rio 2016 pensando no próximo desafio paralímpico.

Eu estou com a Isabela tem, seis anos.A tendência dela é crescer, porque ela terminou uma olimpíada e ela falou assim: eu quero ir para Tóquio.”

Já Isabela Campos afirma que em Tóquio a disputa vai ser por outra medalha.

Eu falei com ele que a única medalha que faltava para mim era uma medalha paralímpica, graças a Deus a gente vem fazendo um trabalho e a gente conseguiu ela. Aí agora a gente conseguiu a de bronze e agora estamos correndo atrás do ouro.

Hoje no Brasil mais de sete mil atletas olímpicos e paralímpicos recebem o Bolsa Atleta, que tem duração de doze meses e é dividida em várias categorias que atendem desde o atleta de base até os que já conquistaram o pódio. 

 

Ítalo Pereira

Foi nadando de costas, sua especialidade, que ele conquistou medalha de bronze nas paralímpiadas de 2016. Ítalo Pereira tem apenas 21 anos de idade e já um dos destaques do esporte brasileiro. E foi assistido outro ídolo da natação paralímpica, Clodoaldo Silva, que Ítalo começou no esporte.

“Eu vi uma competição, Pan-Americano que teve no Rio, eu vi o Clodoaldo passando na TV. E foi aí onde eu participei das minhas primeiras competições e fui vendo que eu gostava daquilo, gostava de treinar e melhorar e isso me fazia eu me sentir bem, uma vida de atleta mesmo.”

Junto com outras estrelas do esporte paralímpico, Ítalo Pereira treina nas piscinas do Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Bernardo do Campo.Natural de Tocantins, o atleta que também recebe o Bolsa Pódio após a conquista do bronzena Rio 2016, fala do local de treinamento.

“É um estrutura de referência né para todo o esporte mundial. O comitê do IPC, quando ele veio aqui ele ficou impressionado, tanto que ele falou que nunca tinha visto uma estrutura dessa magnitude voltado para o esporte paralímpico. Quando a gente chega lá fora, antes a gente chegava maio assim, nossa os caras tem uma estrutura enorme e tal. Hoje não, hoje eu chego e falo; mesma coisa que esse cara tem lá eu tenho aqui, então eu tenho que competir de igual para igual com ele.”        

O IPC é o Comitê Paralímpico Internacional. O Centro de Treinamento Paralímpico recebeu durante os jogos em 2016 atletas do mundo inteiro para a aclimatação. O local, entregue pelo Ministério do Esporte, tem capacidade de atender em média 300 atletas com alojamento, restaurante e acompanhamento médico. 

 

Charles Corrêa

Na Rio 2016 ele chegou até a semifinal da canoagem Slalom.Charles Corrêa, junto com o parceiro Anderson Oliveira, não foram para final por causa de 23 centésimos e quase medalharam nos jogos. Natural de Piraju, interior de São Paulo, o jovem hoje vive em Foz do Iguaçu no Paraná, lar dos atletas brasileiros da canoagem Slalom. Por lá, existe uma pista artificial construída pelo Ministério do Esporte na beira da represa de Itaipu. Foi a saúde frágil na infância que levou 

“Desde criança eu tinha um pouco de problemas respiratórios, bronquite essas coisas assim, então o médico falou para minha mãe me colocar em algum esporte em contato com a água. Tentei na natação mais não era o que eu gostava, eu gostava de remar, eu ia pescar com meu pai e eu gostava de remar o barco daí então ela me colocou na canoagem. Em 2003 eu conheci a canoagem Slalom que era um pouco mais diferente e acabei gostando.”

Charles Correia é um dos atletas brasileiros que recebem o Bolsa Atleta. O patrocínio do Ministério do Esporte serve para o atleta se manter enquanto se dedica aos treinos. Charles explica como usa a bolsa.

“A gente consegue comprar os nossos materiais, nós ganhamos também materiais, só que as vezes você vai em uma viagem e vê que mudou alguma coisinha. É mesma coisa de você trocar de carro, hoje saiu uma embarcação amanhã saiu outra melhor, aí a gente tem com se manter.” 

Além da Bolsa Atleta, o Centro de Canoagem Slalom de Foz do Iguaçu oferece aos atletas de alto rendimento estadia, academia e tratamento de fisioterapia. Por lá funciona também um projeto de inclusão ao esporte que ensina crianças de sete a 17 anos de idade as técnicas da canoagem slalom.

 

Felipe Borges

Em Foz do Iguaçu no Paraná está instalado o Centro de Treinamento de Canoagem Slalom.Lá existe o projeto Meninos do Lago, que dá aulas de canoagem para crianças de sete a 17 anos de idade. Nos Jogos Olímpicos Rio 2016,o projeto revelou sua primeira estrela. Felipe Borges, que começou por lá,fez parte da seleção brasileira de canoagem Slalomno Rio de Janeiro.Desde criança ele sentia que poderia se desenvolver no esporte.

“Quando os treinadores falavam para fazer algum movimento eu sempre fazia o movimento correto, enquanto os outros não conseguia eu já estava conseguindo. Nossa eu me motivava e já ficava feliz, nossa estou bom nisso. Me destaquei bem no esporte, já conseguia fazer o rolamento já, virar e desvirar o barquinho e era uma coisa nova e logo logo a gente já começou viajar, então  eu fui gostando cada vez mais do esporte por ter viajado e etc.”

Quanto ao local de treinamento ele não tem o que reclamar. Felipe considera o Centro de Canoagem Slalom como um dos melhores do mundo.

“É um excelente canal. É um canal que a gente consegue treinar todos os dias é um dos melhores do mundo e eu acho que é um canal que a gente pode aprender muito, por que o canal é umas corredeiras mais específicas, mais com refluxo, a técnica eu acho que é um canal mais específico.” 

O Programa chamado Meninos do Lago coloca crianças de sete a 17 anos para praticar o esporte no canal.

“Tudo isso é legal, cada dia que você está treinando, você pensa nisso e você se motiva mais pelo outro está querendo ser igual a você.”

Mesmo quando a represa está com o nível baixo, um sistema de bombeamento, entregue pelo Ministério do Esporte, permite que os treinos por lá continuem normalmente. O Centro de Canoagem é o lar de atletas de Slalom do país

 

Hugo Parisi

Nascido na capital federal e treinando por lá até hoje está o saltador Hugo Parisi. Hugo já tem no currículo quatro olimpíadas, Atenas, Pequim, Londres e a última no Rio onde conquistou sua melhor colocação em jogos olímpicos.  A opção de continuar treinando na cidade natal não é à toa.Parisiusa o Centro de Excelência em Saltos Ornamentais, que fica na Universidade de Brasília.Hugo Parisi afirma que estrutura do centro de excelência é a melhor do país.

“A estrutura que a gente tem aqui na Universidade e Brasília sem dúvida é a melhor do país comparada até a piscina olímpica que teve no Rio de Janeiro, então a gente vê que aqui em Brasília a gente está muito bem amparado no sentido estrutural e técnico para a modalidade e Brasília sempre teve destaque na modalidade e agora tem tudo que precisa para continuar despontando cada vez mais.”

Além do treinamento com atletas de ponta, o centro também realiza um trabalho com crianças visando a formação de novos atletas.

“O principal objetivo daqui é melhorar a qualidade técnica dos atletas já existentes, mas a gente também não abandona a criação de novos atletas. E a gente vem retomando esses treinamentos de base. Uma ou duas vezes no ano a gente passa nas escolas publicas aqui do Distrito Federal, incentivando a garotada a vir, fazer o teste e hoje a gente tem cerca de uns 100 atletas.”

O Centro de Excelência em Saltos Ornamentais foi inaugurado em março de 2014 e integra a Rede Nacional de Treinamento.

 

Guilherme Costa

Ele quase se classificou para as olimpíadas do Rio 2016.  Guilherme Costa, nadador do Rio de Janeiro começou no esporte por problemas de saúde e incentivado pela avó.  Hoje, o campeão se prepara para os futuros desafios. Ele lembra que mesmo não participando dos jogos olímpicos percebeu as mudanças que o evento deixou para a cidade onde mora.

“Lembro que eu assisti as olimpíadas de casa infelizmente, eu cheguei perto de consegui, mas não consegui participar. Aquilo me motivou muito e acho que aqui no Rio acho que mudou muitas coisas. Transportes, por que a partir do momento que teve a olimpíada acho que todo mundo começou assim a buscar praticar mais esportes. Não só natação como os outros também.”

Guilherme é um dos atletas que recebem o Bolsa Atleta, um patrocínio do Ministério do Esporte. O atleta acha fundamental o apoio dado pelo Governo.

“Eu tenho a Bolsa Atleta Internacional e ela ajuda muito. Eu pago suplemento assim essas coisas, então é fundamental.”

Para o futuro Guilherme tem um objetivo na cabeça, além de campeonatos regionais e nacionais o foco também está nas olimpíadas de Tóquio em 2020.

“Eu dobro quatro vezes na semana, segunda, terça, quinta e sexta,aí faço geralmente oito mil de manha e de tarde e sábado também, aí faço 10 seções por semana geralmente. A Próxima competição é o Maria Lenk e eu espero conseguir vaga para o mundial d Budapeste e para o futuro eu pretendo chegar a uma olimpíada e conquistar uma medalha.”

O Bolsa Atleta é um patrocínio com duração de doze meses.O programa atinge desde atletas da base até os esportistas doauto rendimento entre olímpicos, paralímpicos e esportes não olímpicos.   

 

Bolsa Atleta

Lutar por uma medalha, ganhar um título e subir no pódio. Esses são os objetivos de um atleta de alto rendimento. Para isso ele precisa de estrutura e suporte, principalmente dinheiro para ajudar nos custos do treinamento pesado. Para os atletas brasileiros, o Ministério do Esporte oferece um patrocínio que faz toda a diferença na hora das competições. É a Bolsa Atleta. Dividida por várias categorias este é o maior programa de patrocínio esportivo do país, quem explica como funciona é Luiz Lima, secretário nacional de esporte de alto rendimento do Ministério.

“Nós temos algumas categorias de Bolsa Atleta, entre elas, vamos começar com o Bolsa Base Estudantil, nós temos a bolsa nacional que envolve os campeões nacionais seja na categoria infantil, juvenil, júnior e adulto que são os medalhistas nas modalidades olímpicas e não olímpicas, você tem a bolsa internacional que atinge aqueles atletas que conseguem ter destaque em um campeonato sul americano ou campeonato pan-americano, tem a categoria olímpica dos atletas que conseguem a participação nos jogos olímpicos e você tem a categoria pódio. Categoria pódio é dividido em quatro  escalas de valores diferentes e essa categoria ela é dada a partir no pódio é categoria top hoje do Bolsa Atleta e depois ela vai descendo em posições até o vigésimo lugar.”

Hoje, mais de sete mil atletas olímpicos e paralímpicos são beneficiados pelas diversas categorias do Bolsa Atleta. 15 por cento deste total é voltado para atletas não olímpicos e o contrato do patrocínio dura doze meses.  

 

 

Yohanssom - Paratleta

Ciro - CPB

Dailane- Atleta

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Giullia - Atleta

Ana Sátilla  - Canoagem

Edênia Garcia  –  Natação

Jackson Rondinelle – Saltos Ornamentais

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