Ministério do Esporte Atletas do Brasil - Tem gente que faz de tudo para levar a nossa bandeira lá pra cima do pódio
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Conheça os principais programas e ações do Ministério do Esporte.
Videorreportagens e áudios mostram como os projetos são colocados em prática e os resultados alcançados em todo o país.

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Atletas do Brasil - Tem gente que faz de tudo para levar a nossa bandeira lá pra cima do pódio

Atletas do Brasil

Tem gente que faz de tudo para levar a nossa bandeira lá pra cima do pódio. Ouça matérias com os nossos medalhistas patrocinados pelo Bolsa Atleta. São exemplos de superação e garra.

 

Vôlei – Felipe Fonteles

O Brasil se despediu dos Jogos Olímpicos Rio 2016 com o marcante tricampeonato do vôlei masculino. Qual é a mágica para tanto sucesso no Esporte?
 
‘Eu tenho certeza absoluta que a gente treinou muito mais do que as outras equipes treinaram e trabalharam. Tinha muito trabalho psicológico também preparando a gente para jogar uma olimpíada em casa, com ginásio cheio, com pressão de torcida, de jornalistas enfim. O trabalho diário, forte e a dedicação de todos nesse trabalho foram primordiais para a conquista.’
 
 O depoimento firme do ponteiro da seleção Luiz Felipe Fonteles– oLipe– consolidaa certeza que o Esporte é essencial na formação de cidadãos melhores e que a Rio 2016 deixou um legado muito especial.Lipe foi o responsável pelo ponto final que deu o ouro para o Brasil, um bloqueio certeiro contra a seleção Italiana.
 
‘A gente viu que as olimpíadas foram um sucesso. Vários atletas de várias modalidades, medalhistas quebrando recordes, enfim. Porque os últimos quatro anos foram de incentivo ao esporte, seja por leis de incentivo que incentivavam empresas a patrocinarem ou pelas bolsas do Governo que conseguiram manter vários atletas treinando em alto nível. Então, são extremamente necessários, não só importantes, os apoios, os patrocínios e inclusive as bolsas que o Governo concedeu a vários atletas no país’    
 
 Lipe recebe o Bolsa Pódio, o patrocínio do Ministério do Esporte para aqueles que conseguem uma boa posição no ranking e ganham medalhas. O patrocínio dura no mínimo um ano, e pode ser renovado por vários anos, desde que o atleta continue treinando em alto nível, atendendo todos os critérios.
 


 
 Rede Nacional
 
 Após os Jogos Olímpicos Rio 2016,ficaram as mais belas recordações do evento esportivo no Brasil. Mas a história dos jogos olímpicos começou a ser escrita bem antes, quando diversos locais de treinamento foram construídos, reformados e equipados por todo o país, para que atletas brasileiros pudessem se preparar melhor para as competições. São locais que compõem a Rede Nacional de Treinamento. Luiz Lima, secretário de alto rendimento do Ministério do Esporte, explica como ela funciona.
 
‘A Rede Nacional de Treinamento são centros esportivos espalhados pelo país que são administrados por prefeituras, por confederações, por clubes que você tem uma rede específica com várias modalidades, vou citar algumas, por exemplo: Lauro de Freitas judô na Bahia, você tem ciclismo em Londrina, você tem Handebol em São Bernardo. Vão fazer parte da nossa rede de treinamento Universidades que foram equipadas durante esses últimos anos com pista de atletismo, com tatames, ginásios de ginástica olímpica que vão servir de apoio pra gente forma a rede de treinamento e o topo da rede de treinamento é justamente o parque olímpico no Rio de Janeiro.’  
 
Os centros esportivos, espalhados por todo o Brasil, são uma porta aberta para o desenvolvimento de jovens atletas e uma oportunidade para a melhoria da qualidade de vida nas comunidades onde eles estão inseridos. Luiz Lima reforça que nos Centros estão sendo preparados os atletas de alto rendimento do país, ao mesmo tempo que a importante inclusão social acontece.
 
‘A nossa orientação é para que esses centros eles sejam tanto para inclusão esportiva, treinamento de iniciação e aperfeiçoamento e o alto rendimento, o esporte competitivo.’  
 

 

 
Paralímpico - Daniel Mendes
 
O velocista brasileiro Daniel Mendes é um dos atletas paralímpicos brasileiros que se destacaram na edição dos Jogos no Rio 2016. Ele entrou para a lista de campeões paralímpicos com uma medalha de ouro e uma de bronze, mas precisou suar a camisa para chegar ao pódio.
 
‘Trabalhamos muito forte, um círculo muito árduo para fazer bonito em casa. Primeiro que era uma paralimpíada e segundo que era a paralimpíada do Brasil era a paralimpíada da América Latina, então nós tínhamos que fazer muito bem e graças a Deus resultados aconteceram nessa paralimpíada, foi uma medalha de bronze, uma medalha de ouro e muita satisfação.’ 
 
Daniel Mendes e o time paralímpico de atletismo do Brasil usam o Centro de Treinamento Paralímpico, construído em São Bernardo do Campo, em São Paulo. A estrutura de ponta é um dos legados constituídos pelos Jogos Olímpicos Rio 2016.
 
‘O paralímpico a nível mundial se profissionalizou muito e isso fizeram com que as disputas ficassem muito mais bonitas, então os atletas querendo superar os seus limites, superar os seus adversários é muito empolgante e o nosso trabalho agora se mantém bem árduo. Nós temos Londres aí agora e vamos trabalhar muito forte para está no pódio mais uma vez para trazer mais medalhas para o Brasil.’
 
O atleta paralímpico comemora a evolução do Esporte brasileiro e revela que já está se preparando para os próximos desafios.
 

 

 
Peso - Josué Lucas
 
O atleta brasileiro Josué Lucas Ferreira, do levantamento de peso, carrega no currículo um campeonato brasileiro e um sul-americano. Na categoria “arremesso”, ele consegue erguer 180 quilos e isso é duas vezes o seu próprio peso. Literalmente, Josué é um competidor que pega pesado para se destacar no Esporte. O atleta carioca de 25 anos é um dos beneficiários da Bolsa Atleta e lembra que o patrocínio do Ministério do Esporte foi essencial em um difícil momento da sua carreira.
 
‘Eu sou bolsista desde 2011, eu tive muitas dificuldades porque eu tive muitas lesões, mas eu estava inscrito no Bolsa Atleta e estava recebendo e graças a Deus consegui manter meus treinos, graças ao Bolsa Atleta eu consegui... foi um período muito difícil eu fiquei sem patrocínio nenhum e eu tive que manter meu treinamento e estava muito difícil porque em momento de lesão a gente cai muito de resultado e se não fosse o Bolsa acho que eu teria parado.’
 
 Para Josué, o legado das Olimpíadas no Brasil representa um grande comprometimento dos atletas brasileiros com o futuro do Esporte no país.
 
‘O legado olímpico eu encaro como uma grande responsabilidade porque, antes a gente treinava em uma salinha e ali naquela salinha conquistamos muitas medalhas, ao todo foram mais de 150 internacionais e o legado ele trouxe um grande peso para gente, porque são materiais que foram utilizados nas olimpíadas e a gente precisa mostrar para o Brasil e pro mundo que esse material não foi deixado aqui em vão.’ 
 
Josué Lucas não se classificou para os jogos Rio 2016. Durante as Olimpíadas, a melhor colocação do Brasil ficou com o paulista Fernando Saraiva Reis, que alcançou a melhor marca brasileira no levantamento de peso, conquistando o quinto lugar.

 

 

 
 
Tiro - Felipe Wu
 
Para a primeira medalha do Brasil nos Jogos Olímpicos Rio 2016 foi fundamental muito treino, precisão, determinação e refinamento. Tiros precisos de pistola de ar levaram Felipe Wu ao pódio, conquistando a prata. Mas ele precisou encarar uma rotina puxada de treinos e se dedicar exclusivamente ao tiro, após ser incluído na Bolsa Pódio, o patrocínio do Ministério do Esporte que apoia atletas com chances de disputar finais e medalhas. Felipe classifica a vitória como “dever cumprido” perante os brasileiros.
‘A primeira coisa que vem à mente é o sentimento de dever cumprido, né? Foram anos de trabalho tudo para chegar bem e competitivo em um dia específico pra chegar e mostrar um trabalho muito bem feito e eu consegui esse bom resultado para o nosso país. Depois disso, com certeza, é uma honra ter a oportunidade de mostrar um pouco mais como que é o meu esporte para as pessoas, que ou não conhecem ou algumas que achavam que tinha a ver com violência.’
Para ganhar a medalha de prata nos Jogos Olímpicos, Felipe Wu percorreu uma trajetória de conquistas desde a vitória nos Jogos Olímpicos da Juventude em Cingapura, em 2010. Atleta de uma modalidade com pouca tradição do Brasil, ele reforça a importância do investimento financeiro no Esporte.
Eu recebo Bolsa Atleta há muito tempo e desde o ano passado eu recebo o Bolsa Pódio e se não fosse essa ajuda do Ministério do Esporte com certeza eu não teria chegado até onde eu cheguei.’
O Ministério do Esporte oferece a Bolsa Pódio para atletas que ficam entre os 20 melhores do mundo na modalidade que competem. De 2005 até 2016, o Bolsa Atleta investiu mais de R$ 897 milhões no pagamento dos benefícios.

 

 

JULIANA SALGADO E RODRIGO BABO - VELÓDROMO

Campeã de três etapas da Copa Rio Sub 30 de ciclismo, em 2016, Juliana Salgado, está acostumada a competir no ciclismo de estrada.  Mas desde o fim dos Jogos Rio 2016 ela sonhava em utilizar o velódromo do Parque Olímpico da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Juliana Salgado, ciclista

“Na primeira vez que entrei lá para fazer a clínica eu fiquei super emocionada. Quando eu ali no Velódromo parecia que já era de casa. É muito maneiro ficar lá”.

Juliana participou do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro de Ciclismo de Pista em maio deste ano.  A competição marcou a abertura do Velódromo após os Jogos Rio 2016.  O velódromo recebe atletas de todas as modalidades do ciclismo. Quem explica é o diretor da categoria na Federação de Ciclismo do Rio de Janeiro, Rodrigo Babo.

Rodrigo Babo, o diretor de ciclismo de pista na Federação de Ciclismo do Rio de Janeiro

 “A pista está perfeita. Estamos contando com todo o apoio do Ministério do Esporte para desenvolver este trabalho. Nós temos já um projeto em andamento, que é uma clinica de treinamento em ciclismo de pista. Pegamos atletas de outras disciplinas do ciclismos como mountain bike e ciclismo de estrada e habilitamos esses atletas para poderem treinar no velódromo”.

O Campeonato Estadual do Rio de Janeiro de Ciclismo de Pista aconteceu junto com o Rio Bike Fest.  O evento teve a inscrição de 120 ciclistas profissionais e amadores no Parque Olímpico da Barra e contou com a presença da população carioca e do Ministro do Esporte Leonardo Picciani.  O Ministério do Esporte investiu quase R$ 119 milhões de reais na construção e equipagem do local que é mais um dos legados dos jogos olímpicos Rio 2016.

 

 

 

ÂNGELO MOREIRA - CENTRO PAN-AMERICANO DE JUDÔ

Mais de 200 lutadores do estilo greco-romano e de luta livre estiveram reunidos em Lauro de Freitas, na Bahia, para a disputa do campeonato Pan-americano de Wrestling, no Centro Pan-Americano de Judô. 

Um dos principais atletas da equipe brasileira, Ângelo Moreira, da luta greco-romana categoria até 75 quilos, terminou a competição com a medalha de bronze. O atleta ficou alojado nas instalações do complexo esportivo e aprovou a estrutura.

Ângelo Moreira, luta greco-romana

“A estrutura do CPJ, simplesmente, é ótima. Não deixa a desejar de qualquer outro centro de treinamento do mundo inteiro. Com tudo muito próximo do atleta. Um ótimo alojamento, ótima alimentação e um excelente ginásio”.

Para a realização do Pan-americano de Wrestling foram utilizados equipamentos dos Jogos Rio 2016: como tapetes, bonecos de treinamento e placares.  Para o medalhista Ângelo Moreira, o material vai ajudar a melhorar o desempenho dos atletas para o próximo ciclo olímpico.

Ângelo Moreira, luta greco-romana

“Serviu bastante e vai servir para a preparação para o próximo ciclo olímpico. Isso faz com que a gente fique no mesmo nível que os demais atletas de ponta. Com um bom planejamento e estrutura, deixado pelo legado olímpico, o Brasil pode fazer história neste próximo ciclo olímpico.”

O Centro Pan-Americano de Judô foi inaugurado em 2014. O complexo faz parte da Rede Nacional de Treinamento do Ministério do Esporte.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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