Ministério do Esporte V Edição - Marapanim/2002
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Organizado pelo Comitê Intertribal Indígena, com apoio do Ministério do Esporte, os Jogos dos Povos Indígenas têm o seguinte mote: “O importante não é competir, e sim, celebrar”. A proposta é recente, já que a primeira edição dos jogos ocorreu em 1996, e tem como objetivo a integração das diferentes tribos, assim como o resgate e a celebração dessas culturas tradicionais.


Informações: (61) 3217-1614 E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

VI Jogos dos Povos Indígenas/2003

A sexta edição dos Jogos dos Povos Indígenas será realizada no período de 1º a 08 de novembro próximo, na Praia da Graciosa, em Palmas, Estado de Tocantins.

Reunirá mais de mil indígenas, de 60 diferentes povos do País, além de contar com a presença de indígenas do Canadá e da Guiana Francesa. O evento é realizado desde outubro de 1996, sob o patrocínio do Ministério Extraordinário dos Esportes, por meio das secretarias de esporte e prefeituras dos estados que acolhem o evento, com o apoio da Funai, responsável pela mobilização dos participantes do evento.

A experiência das cinco edições anteriores permitiu aos organizadores aprimorar a realização do evento, corrigir as falhas, observar e definir novas linhas de ações para alcançar a meta principal, hoje conhecidas por todos: a consolidação dos Jogos dos Povos Indígenas como a maior e mais importante festa de congraçamento dos povos indígenas, nascida de um sonho dos próprios índios. O critério para a participação é a força cultural das etnias, considerando tradições como a língua, a dança, os rituais, os cantos, as pinturas corporais, o artesanato e os esportes tradicionais.

A primeira edição ocorreu em Goiânia, em outubro de 1996, com a presença de 25 etnias e mais de 400 atletas e contou com a presença de Pelé, que incluiu o evento no calendário da Secretaria Nacional do Esporte, hoje Ministério Extraordinário dos Esportes. Os II Jogos foram realizados na cidade de Guairá, no Paraná, em outubro de 1999 e teve a participação de 31 etnias e mais de 600 atletas. Em Marabá, no interior leste do Pará, a terceira edição dos Jogos reuniu 800 atletas de 34 diferentes culturas indígenas. Em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, em outubro de 2001, o Parque das Nações Indígenas recebeu 470 atletas de 29 etnias. Em outubro do ano passado, cerca de 1100 atletas de 62 etnias demonstraram esportes indígenas e outros conhecidos dos não-índios, bem como danças e rituais de suas culturas ao numeroso público. A quinta edição dos jogos ocorreu na Praia do Crispim, em Marapanim, no litoral do Pará durante 8 dias.

Este ano, os VI Jogos dos Povos Indígenas terão a participação de 60 etnias. Já estão confirmadas as presenças de 45 delegações: Awa Guajá/MA; Aikewara/PA; Apinajé/TO; Avá Canoeiro/GO; Awetí/MT; Bakairi/MT; Bororo/MT; Cinta Larga/RO; Enawêne Nawê/MT; Gavião Kyikatêjê/PA; Guarani/PA; Hixkariana/AM; Javaé/TO; Ka'apor/MA; Kaiwá/MS Kalapalo/MT; Kamayurá/MT; Kanela Ramkokamekra/MA; Karajá/TO; Kayabi/MT; Kayapó/PA; Krahô/TO; Kuikuru/MT; Matis/AM; Nambikwára/RO; Parakanã/PA; Paresi/MT; Pataxó/BA; Rikbatsa/MT; Suruí/RO; Tapirapé-TO/MT; Tembé-PA/; Terena/MS; Uru-Eu-Wau-Wau-/RO; Wai Wai/PA; Waiãpi/AC; Waimri Atroari/AM; Waura/MT: Xavante/MT; Xerente/TO; Xikrin/PA; Xucuru Kariri/AL; Yanomami/RR; Yawalapití/MT.

Dos povos participantes confirmados, sete estão indo aos Jogos pela primeira vez: os Awa Guajá, do Maranhão, que falam e entendem muito pouco o português e cujo contato com não-índio se restringe praticamente ao chefe do Posto Indígena da Funai; os Avá Canoeiro, de origem desconhecida e com uma população de apenas 14 pessoas, representados nos Jogos por seis deles, que moram na região da Serra da Mesa, em Goiás; os Kaapor, do Maranhão, conhecidos pela arte plumária; os Nambikwára e os Uru-Eu-Wau- Wau, de Rondônia e os Waimiri Atroari e os Hixkariana do Amazonas.

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