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INFRAESTRUTURA

Departamento de Infraestrutura de Esporte lança calculadoras de riscos e demandas para municípios

publicado: 22/01/2020 15h47, última modificação: 22/01/2020 15h49
Ferramentas permitem avaliação prévia da necessidade de espaços esportivos e indicam os quesitos a serem observados na elaboração de projetos

O Departamento de Infraestrutura de Esporte (DIE) da Secretaria Especial do Esporte tem um novo serviço disponível para uso dos municípios. Por meio de duas calculadoras, será possível preencher uma avaliação para estimar a necessidade de edificações e também os possíveis riscos de execução das obras. 


A calculadora de riscos tem o objetivo de evitar que gestores iniciem procedimentos sem considerar aspectos que possam resultar em eventuais danos. "É um aplicativo web que permite que o usuário coloque a avaliação dele para cada quesito que for apresentado. No final, é gerado um valor de risco, e ele pode verificar em qual faixa o projeto se encontra", explica Mario Brasil, diretor de Infraestrutura de Esporte.


"É intuitivo. Ele vai verificando os riscos de aspectos técnicos, ambientais, econômicos, sociais e legais. Isso gera um valor e uma classificação de faixa de risco", completa. A ferramenta  auxilia na execução do empreendimento, tanto na fase de implantação quanto na manutenção.


Uma segunda calculadora foi criada com o intuito de fazer uma estimativa da demanda de infraestrutura esportiva. A ideia é auxiliar os gestores no cálculo da quantidade necessária de edificações e de qual a tipologia ideal para o município. "Será possível estimar a necessidade de edificações e espaços esportivos em função da população do município e do perfil de prática esportiva que ele tem. Se as pessoas são mais adeptas ao futebol, ao voleibol ou a esportes de água, por exemplo", explica Mario Brasil.


Dessa maneira, o cálculo leva em conta o efetivo populacional do município e o potencial efetivo de praticantes das atividades físicas e esportivas, além das informações contidas no diagnóstico do esporte (DIESPORTE) e os dados internacionais de m²/habitante necessários para as edificações.


"A expectativa é que os municípios possam identificar se precisam dessa solicitação e se ela se enquadra em um determinado grau de risco para, primeiro, amadurecer o projeto. Com ele amadurecido, o resultado será mais eficaz", avalia o diretor do DIE.


Ana Cláudia Felizola – Ascom – Ministério da Cidadania